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Programa Seringueira


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A introdução da seringueira no Estado de São Paulo foi conduzida em 1917, pelo Coronel José Procópio de Araújo Ferraz, proprietário da Fazenda Santa Sofia, localizada no município de Gavião Peixoto. Interessado na cultura, o coronel recebeu sementes do então Marechal Cândido Rondon, que percorria a Amazônia em expedições. Entre as remessas recebidas compostas por alguns milhares de sementes, apenas 27 germinaram.


O IAC INTERESSA-SE PELA SERINGUEIRA

Em 1944, sementes dessas árvores pioneiras foram adquiridas pelo Instituto Agronômico (IAC), foram instalados lotes, ainda hoje, existentes nas antigas Estações Experimentais de Pindorama, Ribeirão Preto e Fazenda Santa Elisa, hoje Centro Experimental de Campinas (CEC).

O fato do Brasil ter se tornado importador de borracha natural em 1951, despertou interesse no estudo na cultura da seringueira. Para tanto, em 1952, o Instituto Agronômico importou da Companhia Firestone na Libéria, cerca de 581 kg de sementes híbridas do cruzamento natural dos clones Tjir 1 x Tjir 16, oriundos de pomares de sementes, sendo plantados em seis locais inclusive nas Estações Experimentais de Ubatuba e Pindamonhangaba do IAC.


Entrega das primeiras sementes híbridas, oriundas da Libéria, ao Instituto Agronômico de Campinas em 04/9/1952, pela Companhia Firestone.


Simultaneamente providenciava a introdução do oriente de dezenas de clones de alta produção (Figura 3). Em resposta a iniciativa do IAC criou-se em São Paulo o Serviço de Expansão da Seringueira (SES), hoje extinto. Em 1961, apareceu no litoral do Estado, o mal-das-folhas causado pelo fungo Microcyclus ulei (P. Henn.) von Arx.

A SERINGUEIRA CHEGA À REGIÃO DO PLANALTO PAULISTA

Em função do mal-das-folhas no litoral, tentou-se a implantação dessa cultura no planalto paulista. A existência de lotes com ótimo desenvolvimento em alguns locais do planalto ensejava um futuro promissor para heveicultura. Do mútuo trabalho do SES e do IAC, surgiram os primeiros seringais racionais em terras do planalto paulista.


INFORMÇÕES

NOME: Programa Seringueira
LOCAL: Centro Experimental Cental do Instituto Agrômico
ENDEREÇO: Av. Dr. Theodureto de Almeida Camargo, 1500.
DESCRIÇÃO: O Programa Seringueira do IAC é o setor responsável pela promoção, coordenação e execução das pesquisas com seringueira, tendo como princípio básico, elevar a produtividade e produção da seringueira no Estado de São Paulo.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Os objetivos das pesquisas em andamento compreendem entre outros aspectos, a obtenção e adaptação de cultivares às diferentes condições edafoclimáticas e o desenvolvimento de técnicas de cultivo visando à redução do período de imaturidade da cultura.
PÚBLICO ALVO: Produtores, técnicos e profissionais ligados a cadeia produtiva da borracha natural.
Programa Seringueira, Instituto Agronômico Campinas(IAC)
Caixa Postal 28, Cep13001-970 Campinas SP – Brasil
Fone: (019) 3241-5188 Ramal 321 ou 322



Sede do Instituto Agronômico
Av. Barão de Itapura, 1481
Caixa Postal 28 - CEP 13012-970
Campinas / SP
Tel. (19) 2137.0600