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Jardim Botânico IAC


Plano Estratégico do Jardim Botânico IAC

Instituto Agronômico (IAC)
Campinas-SP, Brasil
2006 – 2010


Governo do Estado de São Paulo
Governador do Estado
Geraldo Alckmin
Secretário de Agricultura e Abastecimento
Antonio Duarte Nogueira Júnior
Secretário-Adjunto
Alberto José Macedo Filho
Coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
João Paulo Feijão Teixeira
Diretor-Geral do Instituto Agronômico
Orlando Melo de Castro
Diretor-Centro Experimental Central
Wilson Barbosa
Diretor do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico
Renato Ferraz de Arruda Veiga


Pesquisadores do NPDJB

Antonio Fernando Caetando Tombolato (1º. Diretor Substituto),Sigrid Luiza Jung Mendaçolli (2º. Diretor Substituto), Antonio Alberto Costa, Roseli Busaneli Torres, Luís Carlos Bernacci, Laura Maria Molina Meletti, Romeu Benatti Junior, Rachel Benetti Queiroz Voltan


Servidores do NPDJB

Eng. Agr. Maria Jussara Franco Rosa Vieira, Adv. Maria Luiza de Olinda Cardoso Guerreiro, Tec. Lab. Miriam Aparecida Bonatto Pissolato, Tec. Agr.Francisco de Assis Leitão de Moraes, Tec. Agr. Fernando da Silva, Maria das Graças dos Santos Lima, Maria Oliveira de Barros, José de Freitas Benedito e Sebastião Lopes e Darcy Dutra de Castro.


A elaboração deste Plano Estratégico é uma grande oportunidade de revitalizar o Jardim Botânico do Instituto Agronômico (JBIAC), criado em 2002. Para isto, estabeleceu-se um limite de cinco anos, para sua atualização futura, período considerado suficiente para uma reflexão quanto ao alcance das metas pré-estabelecidas.


Neste primeiro plano estratégico o JBIAC pretende estabelecer o alicerce sobre o qual se vislumbra edificar estratégias futuras.


Além das metas e atribuições macro do Plano Diretor do Instituto Agronômico (1996), especialmente no item Biodiversidade, ainda pretende-se cumprir com as metas oficiais do JBIAC, incrementando-as com as metas estabelecidas pela Rede Brasileira de Jardins Botânicos. Conseqüentemente, contemplará a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), a Agenda Internacional de Conservação dos Jardins Botânicos e o Plano de Ação para os Jardins Botânicos Brasileiros.


Algumas áreas científicas se completam e se integram neste plano, tais como a Botânica Econômica, o Intercâmbio e a Quarentena de Plantas, o Manejo de Recursos Genéticos e o Laboratório de Qualidade de Sementes, sob a égide do único Jardim Botânico Agrícola do país.

Renato Ferraz de Arruda Veiga

Diretor do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico (IAC)


Índice

1. Introdução

2. Visão de Futuro

2.1. O JBIAC e seu público

2.2. Os Mercados do Jardim Botânico

3.1. Pontos Fortes

3.3. Oportunidades

4. Missão, Visão, Valores e Foco de Atuação

4.1. Missão

4.2. Visão

4.3. Valores

4.4. Foco de Atuação

5. Objetivos Estratégicos e Objetivos Específicos

5.1. Objetivo Estratégico – Conservação da Diversidade das Plantas

5.1.2. Objetivos Específicos

5.2. Objetivo Estratégico – Identificação de Plantas

5.2.1.Objetivos Específicos

5.3. Objetivo Estratégico – Aprimoramento Técnico-Científico

5.3.1.Objetivos Específicos

5.4. Objetivo Estratégico – Revitalização da Infra-estrutura

6. Diretrizes Estratégicas

7. Metas

8. Plano Comercial

9. Projetos

10. Referências


1. Introdução

Nossa pequena contribuição, para solucionar os grandes problemas inerentes à área agrícola, encontra-se inclusa na missão de nosso Jardim Botânico. Nela destacam-se as seguintes pesquisas: a) conservação ex situ do patrimônio genético sob a guarda do IAC (in vitro, crioconservação em nitrogênio líquido e sementes em câmaras frias de longos prazos); b) preservação in situ, na recuperação de áreas degradadas de matas ciliares e no seu uso sustentável; c) caracterização morfológica (organografia e anatomia); d) taxonomia de plantas superiores; e) aclimatação e quarentena de plantas; f) pré-melhoramento genético; qualidade de sementes e produção de mudas.


Além disso, efetua ações de coordenação das curadorias de bancos ativos de germoplasma e coleções científicas da instituição, bem como nas Curadorias da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Ainda, atua na área de educação ambiental agrícola através da participação e organização de eventos e cursos em escolas de ensino fundamental. Participa do curso de pós-graduação em Agricultura Tropical e Subtropical do IAC, ministrando aulas sobre recursos genéticos e, com o mesmo tema, de cursos on line.


O alicerce deste Jardim Botânico concentra-se em seus recursos fitogenéticos. O IAC contribui à conservação ex situ com aproximados 80% do número total de coleções do Estado de São Paulo e com 20% do total das coleções mantidas em todo o Brasil. Hoje, no país todo, são mantidos cerca de 200.000 acessos de germoplasma vegetal dos quais o IAC participa com, aproximadamente, expressivos 16,5% do número total de acessos. O herbário IAC possui mais de 43.000 acessos, tendo grande importância para consultas taxonômicas para a comunidade em geral. Colabora com a preservação in situ através da manutenção de Mata Atlântica, Cerrado, e outros ha de mata ciliar, várzeas e pastagens, da Fazenda Santa Eliza (situado a 22º54'20"S - 47º05'34"W, Altitude: 694m).


Historicamente, o JBIAC teve seu início de atividades em 2002, após reforma institucional, sob a Diretoria da PqC. Rachel Benetti Queiroz Voltan, incorporando as atribuições do extinto Centro de Recursos Genéticos Vegetais e Jardim Botânico, cuja primeira parte do nome foi "emprestada" para o antigo Centro de Genética, ficando subordinado ao Centro Experimental Central. A partir de 11/11/2004, assumiu como Diretor o PqC. Renato Ferraz de Arruda Veiga, permanecendo até a presente data. Porém, as atividades inerentes ao JBIAC vêm sendo desenvolvidas por pesquisadores do IAC, desde a sua criação. Para chegar até aqui muitas outras unidades trabalharam em metas semelhantes, como as antigas Seções de Introdução de Plantas Cultivadas e de Botânica Econômica, o Sistema de produção de sementes e mudas, o Sistema de Introdução e Quarentena de Plantas e, finalmente o Centro de Recursos Genéticos Vegetais e Jardim Botânico.

2. Visão de Futuro
2.1. O JBIAC e seu público

Os objetivos principais do Jardim Botânico são: o desenvolvimento de pesquisas, a produção de informação, tecnologia e o ensino sobre recursos genéticos de plantas cultivadas. Seu trabalho centra-se na agricultura e é com ela que se pretende estabelecer parcerias e apoiar clientes e usuários, tanto do público interno ao IAC, como da APTA e outras unidades do Estado de São Paulo, do Brasil e exterior.


Com seus parceiros, permanentes ou temporários, o JBIAC executa a prestação de serviços de intercâmbio, quarentena, coleta, taxonomia, caracterização morfológica, elaboração de descritores, conservação de germoplasma, educação ambiental, qualidade de sementes, produção de mudas e, também, a coordenação de comissões de curadoria de coleções, o que pretende continuar exercendo.


Também possui como usuários o próprio público interno do Instituto Agronômico, uma prestação de serviços já tradicional e obrigatória, apoiando seus Centros e Núcleos, bem como Centros Avançados de Pesquisa. No plano da APTA colabora através de apoio às demais unidades, tanto pela coordenação da curadoria de coleções, como através de prestação de serviços e pesquisas científicas, estas sim, por serem incrementadas.


Participa de atividades de ensino através do Curso de Pós-graduação do IAC, por intermédio de aulas e de orientação a pós-graduandos, alunos de iniciação científica, de treinamento técnico, em monografias de conclusão de curso superior. Ainda, ministra cursos em escolas com educação ambiental agrícola, recursos genéticos, botânica econômica, qualidade de sementes e pré-melhoramento genético. Também organiza cursos on line, em especial com introdução aos recursos fitogenéticos, e cursos em escolas com temas: O JBIAC vai à escola (ministrado para professores) e Semear e plantar para colher um futuro melhor (ministrado para os alunos), além de eventos pontuais como a Semana do Meio Ambiente e Dia da Árvore, em parceria com a Embrapa Monitoramento por Satélite. Estas últimas atividades estão ainda no seu início, o que se espera que sejam incrementadas ano a ano.


Nosso Jardim Botânico já possui uma imagem consolidada junto aos Jardins Botânicos brasileiros, como único jardim botânico agrícola, porém, carece de consolidação de sua posição junto à comunidade de seu entorno. Esta é uma grande tarefa para o futuro.


Tornam-se necessárias novas parcerias com os demais jardins botânicos, em especial com os do Estado de São Paulo. No plano nacional, a participação com a Rede Brasileira de Jardins Botânicos já tem sido efetiva, desenvolvendo, também, projetos de taxonomia com a iniciativa privada, como com o Instituto Plantarum, o que ainda pode ser ampliado. No plano internacional, a participação com o BGCI permite a busca por recursos e conhecimentos, bem como através de projetos com empresas multinacionais, como a Syngenta Seeds, devendo ser prevista uma estratégia para ampliar estas parcerias.


Pensando no futuro foi que se criou uma ONG, denominada Amigos do Jardim Botânico, em 2005, a qual começou a ser implementada com a obtenção do CNPJ e abertura de conta bancária somente em 2006. Com esta ONG tem sido elaborados projetos para a busca por recursos de suporte ao JBIAC, em todas suas ações.


2.2. Os Mercados do Jardim Botânico

O mercado, na própria instituição, é a execução de pesquisas básicas e a prestação de serviços às demais unidades.


Outro mercado é a própria APTA, com suas unidades de pesquisas sendo alvos da prestação de serviços do JBIAC, através de suas coleções científicas e ações em recursos genéticos, pré-melhoramento, educação ambiental e botânica econômica.


Com o público externo, especialmente do entorno da Fazenda Santa Elisa, estão principalmente as escolas. Porém, ainda existe a demanda de elevar o JBIAC a um status de Centro, com a definição oficial da área hoje correspondente à Fazenda Santa Elisa como sendo sua área oficial, o que permitira a construção de infra-estrutura adequada, para divulgar e integrar a instituição, para melhor atender as visitas rotineiras e para adequar o policiamento da área. Isto não é impeditivo, mas é restritivo, pois, já realizamos tal trabalho, embora embrionariamente pela falta de autonomia de trabalho.


Enfim, a agricultura brasileira, em geral, é o alvo central de todo trabalho do jardim botânico.

3. Análise SWOT

A análise SW0T (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças), é uma técnica de planejamento comumente utilizada pelos jardins botânicos.

3.1. Pontos Fortes

• O nome da instituição e a marca IAC, com mais de 117 anos de existência, é respeitada mundialmente;

• A capacitação técnico-científica de seus pesquisadores científicos e de sua equipe de apoio é reconhecida nacionalmente;

• Possui a principal coleção de plantas agrícolas do Estado de São Paulo, tanto ex situ como in situ, com além de 2 BAGs posicionados dentre os principais do mundo: de café e citros;

• Possui grandes áreas para usufruto da sociedade em lazer/educação, posicionadas dentro da cidade de Campinas;

• Existe uma demanda das universidades de Campinas por um jardim botânico;

• Existe uma grande demanda por Educação Ambiental, por intermédio das escolas de Campinas;

• Existe alta demanda por pré-melhoramento genético no IAC;

• A área do IAC se encontra próxima, duas quadras, do principal ponto turístico de Campinas que é o Parque do Taquaral;

• É o único jardim botânico da cidade de Campinas;

• Possui o único Quarentenário de Plantas, do Estado de São Paulo, com autorização oficial para inspecionar todas espécies de plantas, além de infra-estrutura para preparo de mudas e de conservação in vivo, in vitro, crioconservação e conservação de sementes;

• Possui um herbário, com banco de dados on line, de grande utilidade para a comunidade em geral;


3.2. Pontos Fracos

• Por ser de criação recente, o JBIAC ainda não possui um público cativo que lhe dê visibilidade;

• Por não possuir uma área física, formalizada em diário oficial, isto impede a busca por recursos para infra-estrutura geral da Fazenda Santa Elisa;

• É um Núcleo de Pesquisa, subordinado ao Centro Experimental Central que não possui atribuições de pesquisa e ainda reduz sua visibilidade como jardim botânico;

• Como Núcleo, não tem assento no Conselho Geral da Instituição;

• A Diretoria do Núcleo não tem autonomia para tomar decisões como as que possui uma Diretoria de Centro;

• Não possui pesquisadores científicos com especialização em taxonomia de monocotiledôneas, conservação (in vitro, crioconservação, conservação de sementes e conservação in vivo), e em educação ambiental agrícola;

• O parque não possui um sistema de orientação adequado, nem de recepção, nem caminhos demarcados para visitação, não existem banheiros, cafés, restaurantes e nem área específica para estacionamento;

• Não possui segurança própria ou institucional que seja suficiente para atender a toda área de visitação;

• O Complexo Monjolinho, antigo jardim botânico do IAC, não está liberado para receber visitação, por pertencer ao Centro de Horticultura e não ao JBIAC;


3.3. Oportunidades

3.3.1. O início de visitações monitoradas é uma grande oportunidade para se aproximar da sociedade do entorno e das demais regiões do município de Campinas;

3.3.2. O estabelecimento de parcerias, para a construção de infra-estrutura adequada de educação ambiental, permitirá a auto-sustentabilidade de todo JBIAC;

3.3.3. Criar um programa de visitação virtual contribuiria fortemente para ampliar a visitação física ao jardim botânico e a visibilidade do mesmo;

3.3.4. A montagem de uma infra-estrutura adequada para produção e venda de germoplasma (sementes e outros propágulos) de plantas nativas, em risco de extinção, além de cumprir com uma meta do jardim, ainda ampliaria a sua visibilidade;

3.3.5. A criação da Associação dos Amigos do Jardim Botânico IAC, vem permitindo a abertura de portas para a busca por recursos da iniciativa privada.

3.3.6. Realizar parcerias com os jardins botânicos da região, permitirá a execução de pesquisas e trabalhos conjuntos. O JBIAC tem a oferecer seus laboratórios de conservação, intercâmbio e quarentena, telados para confecção e manutenção de mudas de plantas em risco de extinção, esperando em troca receber a mão de obra que necessita para o desenvolvimento de suas pesquisas;

3.3.7. Disponibilizar projetos para áreas específicas do JBIAC, para empresas diversas, pode viabilizar recursos para infra-estrutura e pessoal.


3.5. Ameaças

3.5.1. Não existem verbas suficientes para a manutenção dos próprios do Estado, conservação dos edifícios e equipamentos, bem como para a conservação das áreas de matas nativas.

3.5.2. Necessita de ampliações em infra-estrutura, porém, quanto maior se torne maior será a despesa de manutenção;

3.5.3. Não existem no Estado de São Paulo, instituições financiadoras de atividades em Conservação de bancos de germoplasma e de herbários. A FAPESP não tem financiado este tipo de ação;

3.5.4. Não existe um fluxo de visitantes suficiente para iniciar cobrança de visitações monitoradas ao JBIAC, que lhe daria subsistência parcial;

3.5.5. Praticamente inexistem servidores braçais, tanto na área dos complexos de conservação e quarentena com na de Botânica Econômica;

3.5.6. Áreas importantes como as de cultura in vitro, crioconservação, conservação de sementes, taxonomia e anatomia vegetal, estão sem técnicos de apoio;

3.5.7. Inexistem pesquisadores nas atividades de conservação in vitro e crioconservação, nem em taxonomia de plantas monocotiledôneas, nem em educação ambiental.


4. Missão, Visão, Valores e Foco de Atuação
4.1. Missão

A missão do Jardim Botânico é a de desenvolver e transferir conhecimentos científicos e tecnológicos. Isto, para o enriquecimento do patrimônio genético, a aclimatação de plantas, a segurança fitossanitária no intercâmbio e qualidade de mudas e sementes, a preservação in situ, a conservação ex situ, a caracterização e identificação botânica, a agricultura familiar, a recuperação de áreas degradadas e o seu uso sustentável, a educação ambiental, e o ensino.


Sua contribuição para solucionar os grandes problemas inerentes à área agrícola encontra-se nas seguintes atribuições:


a) conservação ex situ do patrimônio genético sob a guarda do IAC (in vitro, crioconservação em nitrogênio líquido e sementes em câmaras frias de longos prazos);

b) preservação in situ, na recuperação de áreas degradadas de matas ciliares e no seu uso sustentável;

c) caracterização morfológica (organografia e anatomia);

d) taxonomia de plantas superiores;

e) intercâmbio, aclimatação e quarentena de plantas;

f) pré-melhoramento;

g) produção e qualidade de mudas.


Além disso, efetua ações de coordenação das curadorias de bancos ativos de germoplasma e coleções científicas da instituição e da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, bem como de educação ambiental agrícola e cursos nos diversos temas de recursos genéticos a nível de graduação e pós-graduação.


4.2. Visão

O alicerce do Jardim Botânico concentra-se em seus recursos genéticos. O IAC contribui à conservação ex situ com aproximados 80% do número total de coleções do Estado de São Paulo e com 20% do total das coleções mantidas em todo nação brasileira. Dos cerca de 200.000 acessos de germoplasma vegetal mantidos no país, o IAC participa com, aproximadamente, expressivos 16,5% do número total de acessos. Seu herbário possui mais de 43.000 acessos e está catalogado oficialmente com a sigla IAC. Colabora com a preservação in situ através da manutenção de Mata Atlântica, Cerrado, mata ciliar, várzeas e pastagens, da Fazenda Santa Eliza, situado a 22º54'20"S - 47º05'34"W, em uma altitude de 694m.


A visão do JBIAC para este acervo está em concretizar-se como centro de referência nacional e internacional, nas atividades de Recursos Fitogenéticos, Educação Ambiental, Botânica Econômica e Intercâmbio, Produção de mudas e Quarentena de Plantas.


4.3. Valores

O trabalho em equipe e em parcerias com Centros e Núcleos do IAC, unidades da APTA, inclusive com os demais Institutos de Pesquisa do Estado de São Paulo e de outros estados, bem como com unidades da Embrapa e de Universidades, e instituições congêneres do país e exterior;


• A integração com agricultores e Empresas diversas, inclusive por intermédio de convênios, com o que se alinhava com a guardinha de Campinas;

• Os rotineiros Projetos com CNPq, Finep e Fapesp, através de projetos de pesquisa;

• Os estagiários de diversas graduações, bolsistas do CNPq (PIBIC) e pesquisadores visitantes (TWAS/CNPq);

• A integração com a sociedade através da participação em Comissões diversas como nas do CONAMA, CONDEMA, CONDEPACC, Mata Santa Genebra, Rede Brasileira de Jardins Botânicos, entre outras;


4.4. Foco de Atuação

• Na excelência e inovação técnico-científica e desenvolvimento de pesquisas em recursos genéticos, educação ambiental, qualidade de sementes e mudas e botânica econômica;

• Na eficácia e agilidade no trabalho com Educação Ambiental Agrícola, Botânica Econômica, Recursos Fitogenéticos, Intercâmbio, Qualidade e Quarentena de Plantas;

• Na experiência em pesquisas com Pré-melhoramento de ornamentais, frutíferas, Arachis, Coffea e espécies fibrosas;

• Na construção de parcerias com jardins botânicos, ONGs, instituições congêneres e empresas privadas.


5. Objetivos Estratégicos e Objetivos Específicos

Segundo o Plano de Ação para os Jardins Botânicos, são cinco os temas considerados fundamentais, todos eles plenamente contemplados por este plano estratégico, são eles: Documentação da Diversidade das Plantas; Conservação da Diversidade das Plantas; Uso Sustentável da Diversidade das Plantas; Educação para a Conservação da Diversidade das Plantas e Fortalecimento institucional.


5.1. Objetivo Estratégico – Conservação da Diversidade das Plantas

• Objetiva conservar ex situ todo o patrimônio genético sob a guarda do IAC, quer seja in vitro, por crioconservação em nitrogênio líquido, na forma de sementes em câmaras frias de longos prazos, ou in vivo no campo, apoiando a conservação daquele sob a guarda da APTA. Ainda, prevê-se preservar in situ os recursos genéticos nativos, em especial os em risco de extinção, efetuar a recuperação de áreas degradadas de suas áreas naturais e executar o seu uso sustentável, do IAC e da APTA.

5.1.2. Objetivos Específicos

• Coordenar a Comissão de Coordenação das Curadorias de Coleções Biológicas da APTA, buscando aperfeiçoar a sua conservação. Para cumprir com esta meta, pretende organizar um sistema operacional via intranet da APTA, visando o gerenciamento dos recursos genéticos do Estado de São Paulo;

• Conservar os BAGs em risco de perda, do próprio IAC;

• Implementar coleções de plantas agrícolas sub-utilizadas no IAC;

• Efetuar o resgate e reintrodução de espécies no Cerrado e na Mata da Fazenda Santa Elisa do IAC;

• Participar de ações e pesquisas referentes à conservação e manejo in situ, delimitações, zoneamentos e manejo de áreas protegidas, unidades de conservação e áreas com espécies em risco de extinção do Brasil, em especial do Estado de São Paulo;

• Conservar germoplasma de espécies em risco de extinção, do Estado de São Paulo e do Brasil;

• Estudar a biodiversidade na área da Fazenda Santa Elisa, em parcerias como com a Embrapa Monitoramento por Satélites;


5.2. Objetivo Estratégico – Identificação de Plantas

Efetuar a caracterização morfológica (organografia e anatomia) nos recursos genéticos do Estado de São Paulo. Ainda, efetuar a taxonomia de plantas superiores da flora do Estado de São Paulo.


5.2.1.Objetivos Específicos

• Apoio à identificação de espécies agrícolas do IAC e APTA;

• Caracterização de acessos dos Bancos Ativos de Germoplasma e outras coleções de plantas do IAC;

• Caracterização de novas cultivares do IAC;

• Identificação taxonômica de plantas nativas em áreas do IAC;

• Identificação taxonômica de plantas das matas, cerrados e campos do Estado de São Paulo;

• Apoio à identificação taxonômica de espécies nativas em risco de extinção;

• Apoio à identificação taxonômica de espécies demandadas pela população local, isto é, tóxicas e medicinais;


5.3. Objetivo Estratégico – Aprimoramento Técnico-Científico

Dar continuidade à organização e participação de eventos de Educação Ambiental Agrícola, de Jardins Botânicos e de Recursos Genéticos.


5.3.1.Objetivos Específicos

• Concretizar o projeto internacional: “O Jardim Botânico vai à Escola”, ministrando cursos aos professores e formando multiplicadores e dar prosseguimento ao mesmo;

• Implementar junto às escolas o curso: “Semear e plantar para colher um futuro melhor”, para alunos do ensino fundamental.

• Organizar o Simpósio Internacional de Bambu e Palmeiras, em 2009 e o V Encontro Nacional de Educação Ambiental na Agricultura, para 2010 ;

• Participar de Reuniões junto aos Jardins Botânicos do Estado de São Paulo para definir as espécies nativas, em risco de extinção, a serem preservadas pelo jardim;

• Participar do Encontro Anual da Rede Brasileira de Jardins Botânicos;

• Participar da organização de um Simpósio Nacional de Recursos Genéticos, a ser realizado a cada dois anos (Já em 2008, no DF);

• Participar do próximo Simpósio de: Recursos Genéticos Latino Americano e do Caribe, a se realizar no Chile (2009);


5.4. Objetivo Estratégico – Revitalização da Infra-estrutura

Neste pretende-se englobar a modernização da infra-estrutura do Jardim Botânico através de projetos arquitetônicos que visam possibilitar a educação ambiental agrícola, bem como disponibilizar espaços para melhor conservar os recursos genéticos. Além disso, pretende-se construir a área de pesquisa dos herbários de plantas, microorganismos e insetos. Para tanto contamos com uma equipe externa, que trabalha de forma matricial com o Jardim Botânico, composta por um paisagista, Dr. Luís Antonio Ferraz Matthes e um arquiteto, Eng. Civil MsC. André Graziano. Ampliar as instalações de Quarentena de plantas com um quarentenário de Cana-de-açúcar.


5.4.1. Objetivos Específicos

* Concluir até o final de 2009 o projeto arquitetônico proposto pela equipe de paisagismo e arquitetura e aprimorá-lo nos próximos 2 anos, através da área de educação ambiental;

* Iniciar a implementação de parte do projeto arquitetônico em 2009, da área de coleções científicas, agregando a atual equipe de botânica econômica sediada em um edifício na cidade, o qual não atende às necessidades de pesquisa e conservação para a área de ação;

* Implementar trilha, pontos de parada e infra-estrutura sanitária e alimentícia para recepção de visitantes para Educação Ambiental na área edificada, em 2009.

* Implementar trilhas para a Mata Santa Elisa, para final de 2010;


5.5. Objetivo Estratégico – Educação Ambiental

Desenvolver a Educação Ambiental, no plano agrícola, buscando infra-estrutura local e apoio às escolas vizinhas ao Jardim Botânico, ainda em 2006. Prosseguir com atividades internamente no IAC.

5.5.1. Objetivos Específicos

* Organizar o curso para professores no projeto “O Jardim Botânico vai à Escola”, ainda em 2007;

* Organizar o Encontro Nacional de Educação Ambiental Agrícola, em 2010;

* Iniciar o projeto de visitação, colocação de placas de identificação e infra-estrutura mínima de visitação, em 2009;

* Buscar integração com os jardins botânicos da região de Campinas para ações de Educação Ambiental, em 2008;

* Efetuar curso de educação ambiental com o público interno, no ano de 2010.


5.6. Objetivo Estratégico – Documentação

Objetiva a implementação de dados em programas que disponibilizem os dados dos recursos genéticos de plantas e de outras coleções, on line, na intranet do IAC e da APTA, ainda em 2006, e de gestão de recursos genéticos do IAC, em 2007.


5.6.1. Objetivos Específicos

* Divulgar mais o programa já existente de computação para uso dos curadores de bancos de germoplasma e outras coleções do IAC, a fim de incentivar os curadores no uso dessa ferramenta que contempla dados de passaporte e dados de caracterização, em 2006;

* Implementar o programa de computação para uso dos curadores de coleções biológicas da APTA, em 2006;

* Documentar espécies agrícolas conservadas no país, tanto in situ como ex situ, como projeto contínuo.

* Participar de inventários e mapeamentos, de plantas nativas ameaçadas de extinção, bem como de levantamentos florísticos brasileiros, principalmente da Região de Campinas e do Estado de São Paulo, com projeto contínuo;

* Implementar um programa para catalogação dos acessos de plantas do IAC, existente desde a década de trinta.

* Participar de redes virtuais de recursos genéticos, divulgando os dados digitalizados, como projeto contínuo, a partir de 2007.


5.7. Objetivo Estratégico – Uso Sustentável

Efetivar o programa de uso sustentável dos recursos genéticos do IAC, em 2009.

5.7.1. Objetivos Específicos

* Estabelecer programas, por bioma, para resgate, conservação, produção e uso sustentável de plantas nativas agricultáveis;

* Incrementar o programa de intercâmbio e quarentena de plantas, vislumbrando evitar a entrada de pragas (plantas invasoras, insetos, nematóides, vírus, viróides, fungos e bactérias exóticas);

* Disponibilizar novas culturas para a agricultura do Estado de São Paulo, com selo de qualidade de mudas;

* Disponibilizar informações sobre cultivos sub-utilizados.


5.8. Objetivo Estratégico – Fortalecimento do Jardim Botânico

O fortalecimento passa por ações administrativas e financeiras, bem como pela formação da equipe, apoio às políticas públicas do município, elaboração de normas e compartilhamento dos conhecimentos adquiridos.

5.8.1. Objetivos Específicos

• Elaborar plano de marketing para parcerias e patrocínio;

• Incrementar a homepage do Amigos do Jardim Botânico IAC e do JBIAC;

• Preparar aulas virtuais para incremento de receitas;

* Implementar ações na associação de amigos do jardim botânico;

* Buscar formas de treinamento e capacitação da equipe;

* Busca por autonomia física, administrativa e financeira;

* Elaboração de Normas de intercâmbio para o IAC e APTA;

* Formação de equipe de Educação Ambiental;

* Participar de Comissões Municipais e Estaduais de política pública ambiental;

* Participar de Redes de pesquisa, como a Rede Brasileira de Jardins Botânicos, o Sistema de Curadorias da APTA, entre outros;

* Adequar o Quarentenário às novas exigências da legislação fitossanitária;

* Implementar infra-estrutura para produção de mudas.

6. Diretrizes Estratégicas

6.1. Abranger, em suas ações de pesquisa e atendimento à comunidade, as principais regiões do Estado de São Paulo, adequando e sistematizando métodos, técnicas e procedimentos às suas particularidades e características próprias: recursos genéticos agrícolas; jardim botânico agrícola, educação ambiental agrícola e botânica econômica.


6.2. Abranger, em suas ações de pesquisa e atendimento à comunidade, as quarentenas e o intercâmbio e venda de germoplasma com qualidade no âmbito internacional, providenciando remessas ao exterior, efetuando a introdução de plantas e executando as quarentenas de plantas, através de contratos de prestação de serviços, inclusive de transgênicos;


6.3. Integrar-se com instituições de pesquisa e desenvolvimento, nacionais e estrangeiras na sua área de atuação, participando de redes e projetos de pesquisa;


6.4. Manter ou ampliar os recursos humanos, investindo regularmente em: especializações, reciclagem e aperfeiçoamento do corpo técnico - científico e administrativo;


6.5. Manter e incrementar a infra-estrutura, por meio de projetos, recursos do Estado e outros recursos porventura disponíveis, modernizando aspectos estruturais;


6.6. Manter e modernizar equipamentos, sistemas, tecnologias e instrumentação;


6.7. Buscar alternativas para garantir condições permanentes de relativa autonomia técnico - administrativa, valorizando a auto-sustentabilidade gerencial de suas atividades e projetos, através de sistema interno de gestão participativa e da captação de recursos financeiros próprios de fontes diversificadas;


6.8. Interagir com os Jardins Botânicos regionais, estaduais e internacionais, absorvendo as novas técnicas em andamento, adaptando-as e aplicando-as à realidade institucional;


6.9. Participar, de forma ativa, de eventos técnico - científicos (encontros, reuniões, seminários, simpósios, congressos) e suscitar, participar ou coordenar iniciativas (eventos, redes, sistemas e equipes modulares, multidisciplinares, etc.) envolvendo atividades inerentes às suas atribuições;


6.10. Dar a mais ampla divulgação às pesquisas e projetos realizados aos usuários e à sociedade, abordando as diferentes dimensões e aplicações na agricultura (pesquisa, informação, documentação, comunicação, difusão e prestação de serviços).


7. Metas

• Implementar ações sugeridas no Manual Técnico Darwin para Jardins Botânicos, principalmente as determinadas pelo Plano de Ação para os Jardins Botânicos Brasileiros, integradas à Rede Brasileira de Jardins Botânicos e ao Botanic Gardens Conservation International (BGCI);

• Apoiar outros centros e núcleos de pesquisa do IAC, bem como demais unidades da APTA, na gestão de recursos genéticos e coleções biológicas;

• Estruturar, publicar e manter atualizado um website sobre recursos genéticos, educação ambiental e jardins botânicos;

• Estruturar programas de gestão de recursos genéticos e coleções biológicas na intranet do IAC e da APTA;

• Desenvolver pesquisas de pre-breeding nas diversas culturas pesquisadas pelo IAC;

• Implantar a área e atividades de Educação Ambiental Agrícola no IAC;

• Concretizar a área de qualidade de sementes e mudas;

• Apoiar instituições de pesquisa ou não a implementarem quarentenários regionais;

• Definir junto aos jardins botânicos do Estado de São Paulo, as espécies nativas, em risco de extinção, a serem conservadas;

• Desenvolver metodologias de conservação de sementes, in vitro, crioconservação e conservação in vivo;

• Inventariar as espécies de plantas, em risco de extinção, do Estado de São Paulo e estados vizinhos;

• Inventariar etnovariedades e cultivares em desuso no Estado de São Paulo;

• Caracterizar as novas cultivares do IAC e incorporá-las ao herbário IAC;

• Recuperar áreas degradadas do Estado de São Paulo;


8. Projeções financeiras
8.1. Receita Anual Projetada
Prestação de Serviços Intercâmbio e quarentena de plantas R$ 50.000,00
Projetos/2006 Coleções Biológicas Fiéis Depositários (CNPq) R$ 60.000,00
Plantas Ornamentais (FAPESP) R$ 50.000,00
Bolsas IC (FAPESP – CNPq) R$ 21.600,00
TOTAL ANUAL PROJETADO   R$ 181.600,00

8.2. Despesas mensais (manutenção das atividades rotineiras)
Serviços de terceiros
(para cobrir a ausência de funcionários efetivos
de botânica, intercâmbio e quarentena)
a) faxina R$ 600,00
b) condução de experimentos e telados; R$ 600,00
c) rega dos telados R$ 600,00
d) digitação e secretaria R$ 600,00
e) montagem de exsicatas de herbário R$ 300,00
Bolsista CNPp e FAPESP   R$ 400,00
Material de consumo    
a) diesel do gerador R$ 150,00
b) álcool da caminhonete R$ 60,00
c) cloro do quarentenário R$ 80,00
d) adubo e substrato R$ 40,00
e) vasilhames e embalagens R$ 30,00
f) nitrogênio líquido R$ 30,00
g) material para herbário R$ 50,00
h) material de escritório e informática R$ 160,00
TOTAL MENSAL   R$ 3.600,00
TOTAL ANUAL   R$ 43.200,00

9. Projetos

As ações necessárias para o alcance dos objetivos estratégicos e de seus desdobramentos, no contexto deste Plano Diretor, serão organizadas em projetos estruturantes e integrativos, visando a otimização das competências essenciais e dos recursos materiais e financeiros, necessários à sua execução.


Convergindo os interesses que lhe são afetos e as demandas da sociedade e integrando PD&I nas soluções tecnológicas que apresenta, o JBIAC continuará pesquisando e desenvolvendo prestações de serviços como consta em suas atribuições, segundo os seguintes projetos:


NRP: 1819

Título: Desenvolvimento da Educação Ambiental Agrícola no IAC

Data de Início: 01/2002 Data de Encerramento: 12/2010


Objetivos Definir estratégias institucionais de educação ambiental agrícola para recebimento de estudantes e público em geral em áreas do Jardim Botânico (JBIAC); Demarcar e preparar trilhas para estudo do meio de estudantes de escolas públicas e particulares; Desenvolver atividades de educação ambiental agrícola junto a professores; Elaborar publicações e placas de identificação de locais e coleções de cultura; Identificar taxonomicamente espécies vegetais para fins educacionais; Produzir mudas de espécies nativas e cultivadas para fins de conservação da biodiversidade; Criação de homepage para divulgação dos trabalhos na internet.


Equipe Técnica

Líder: Renato Ferraz de Arruda Veiga


Colaboradores: Maria Jussara Franco Rosa Vieira, Antonio Alberto Costa, Antonio Fernando Caetano Tombolato, Evaristo Eduardo de Miranda, José Roberto Miranda, Luís Carlos Bernacci, Rachel Benetti Queiroz Voltan, Romeu Benatti Júnior, Roseli Buzanelli Torres, Wilson Barbosa


Enquadramento

Sub-Atividade: Desenvolvimento Sustentável

Programa de Pesquisa Principal: Gestão Agroambiental
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Educação Ambiental


Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG, IAC, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

A Educação Ambiental Agrícola procura, através do ensino teórico e prático, passar informações sobre a conservação dos recursos naturais, por intermédio da aplicação de metodologias agrícolas não impactantes ao meio ambiente. Em eventos realizados no IAC, de 1999 a 2002, ficou clara a necessidade de se efetuar uma reflexão sobre o tema nas atividades de pesquisa, extensão e ensino. Feita esta reflexão, passou-se às ações para solucionar os problemas. Os problemas atacados vão desde os princípios científicos até a efetivação de ações políticas e educativas junto aos agricultores, estudantes, bem como a sociedade em geral. Pretende-se efetuar a inserção de conceitos e procedimentos de Educação Ambiental em atividades de pesquisa, ensino e extensão agrícolas, articulando as diversas áreas do conhecimento nas ciências naturais, exatas e humanas. Uma população consciente, somente exerce a sua cidadania quando se torna um agente participativo na conservação e preservação dos recursos naturais. Pensando nisso, o IAC vem realizando ações de planejamento interno, buscando o apoio da sociedade e indo em busca de recursos para a viabilização do mesmo, sob a coordenação do Jardim Botânico – JBIAC. Como esta unidade representa o único jardim botânico brasileiro centrado na temática agrícola, isto facilita a aplicação da Educação Ambiental Agrícola, utilizando-se de suas áreas de mata atlântica, de mata ciliar, de cerrado e de várzeas, além de seu grande patrimônio composto pelos bancos ativos de germoplasma, com aproximadamente 5.000 espécies vegetais. Objetivando mostrar a população em geral a importância da preservação da biodiversidade e das pesquisas agrícolas responsáveis, o IAC vem recebendo regularmente visitantes diversos, especialmente estudantes do ensino fundamental, médio e superior.


NRP: 1495

Título: Bancos ativos de germoplasma do Instituto Agronômico (BANGERMO)

Data de Início: 01/2004 Data de Encerramento: 12/2006



Objetivos

Objetivos: 1. Dar suporte aos Bancos Ativos de Germoplasma do Instituto Agronômico, tanto na elaboração de projetos como na aplicação dos recursos obtidos. 2. Dar suporte aos laboratórios que atuam nas atividades relacionadas aos Recursos Fitogenéticos da Instituição.



Equipe Técnica

Líder: Renato Ferraz de Arruda Veiga

Colaboradores: Antonio Alberto Costa, Antonio Fernando Caetano Tombolato, Romeu Benatti Júnior, Wilson Barbosa


Enquadramento

Sub-Atividade: Solos e Recursos Ambientais

Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais

Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais

Linha de Pesquisa: Caracterização Ambiental



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

Este projeto visa pesquisar e apoiar os Bancos Ativos de Germoplasma do Instituto Agronômico, em todas suas etapas, isto é: Introdução e Remessa de Germoplasma, Quarentena de Plantas, Conservação de Germoplasma, Caracterização de Recursos Fitogenéticos, Educação Ambiental Agrícola e Cursos de Pós-graduação. Visa, também, a elaboração de metodologias de gerenciamento dos recursos fitogenéticos, essenciais ao Jardim Botânico do Instituto Agronômico, preparando projetos a serem financiados, organizando-se eventos de divulgação, elaboração de publicações técnicas e científicas. Basicamente, pretende-se dar continuidade a elaboração de projetos de apoio aos BAGs, como os recentemente obtidos com infra-estrutura da FAPESP (1997) e equipamentos da FINEP (2003), que atendem a toda instituição no intercâmbio e quarentena de plantas, conservação in vitro, conservação de sementes, conservação in vivo, criopreservação, elaboração de descritores, aplicação de descritores e caracterização de novos cultivares.


Pretende-se buscar recursos para aquisição de material necessário aos laboratórios de apoio como os de Virologia, Entomologia, Fitopatologia, Patologia de Sementes, Bactéria, Nematóide, Quarentenário, Conservação in vitro, Criopreservação e Conservação de Sementes.Este projeto objetiva:1. Dar suporte aos Bancos Ativos de Germoplasma do Instituto Agronômico, tanto na elaboração de projetos como na aplicação dos recursos obtidos;2. Dar suporte aos laboratórios que atuam nas atividades relacionadas aos Recursos Fitogenéticos da Instituição.


NRP: 294

Título: Conservação, avaliação e caracterização de recursos genéticos de espécies silvestres de amendoim (Arachis spp.).

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2006



Objetivos

Objetivos: Caracterizar germoplasma do gênero Arachis e conservá-lo para uso futuro.



Equipe Técnica

Líder: Renato Ferraz de Arruda Veiga

Colaboradores: Antonio Alberto Costa, Antonio Fernando Caetano Tombolato, José Francisco Montenegro Valls, Leonardo de Grazzia Faria, Romeu Benatti Júnior, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção dos Grãos e Fibras em Geral
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Amendoim e Outras Oleaginosas
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais


Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Guapiara



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

A conservação de recursos genéticos de espécies silvestres de amendoim é extremamente relevante por ser a América do Sul o centro de origem e de dispersão do gênero Arachis. além disso, existem fatos históricos que permitiram ao iac possuir uma boa coleção de espécies, de coletas ocorridas desde a década de 1940. A avaliação deste germoplasma é essencial para que se saiba qual o seu potencial de uso como forrageira, como fonte de resistência a moléstias para uso em melhoramento, e até mesmo como uso ornamental. A caracterização torna-se indispensável para que o melhorista tenha disponível dados referentes a planta de seu interesse no melhoramento, quer sejam caracteres que interessem ou que não interessem às pesquisas com o amendoim comum.


NRP: 292

Título: Caracterização do Banco ativo de germoplasma de frutíferas ex situ

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2007



Objetivos

Objetivos: Introduzir, aclimatar e caracterizar germoplasma de frutíferas com potencial de uso agrícola.



Equipe Técnica

Líder: Renato Ferraz de Arruda Veiga

Colaboradores: Antonio Alberto Costa, Antonio Fernando Caetano Tombolato, Isabel Cristina Fialho Harder, Laura Maria Molina Meletti, Nilberto Bernardo Soares, Romeu Benatti Júnior, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Frutas Frescas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Fruticultura de Clima Tropical
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Jundiaí, Pariquera-Açú.



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: CNPq, FINEP, IAC, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O Brasil é um dos maiores repositórios de espécies nativas do mundo, destacando-se a região amazônica que possui cerca de 500 espécies potenciais para fruticultura. Somente a região sul e sudeste possuem mais de 100 espécies frutíferas nativas. Atualmente existem cerca de 12 bancos de frutíferas nativas no Brasil, com um total de 83 espécies, muito pouco perto de toda essa gama potencial de frutas nativas que existe no país. Acrescente-se a este fato a existência de grande quantidade de frutíferas exóticas, ainda sem estudos no país e, a escassez de estudos com frutíferas já de comprovado valor alimentício e produtivo para regiões específicas e pobres do Brasil. Exemplo disso é o caso do Vale do Ribeira, a qual se baseia essencialmente na agricultura de pequenos e médios produtores que utilizam baixo nível de tecnologia, os quais necessitam de mais informações sobre culturas alternativas. As frutíferas têm grande potencial para exploração comercial no Estado de São Paulo, inclusive no litoral paulista, e nosso mercado já se encontra aberto para receber frutos pouco divulgados entre nós. O trabalho com banco de germoplasma é essencial para disponibilizar material para multiplicação e para ensaios de aclimatação conjuntamente com estudos básicos, tais como avaliação e caracterização, que disponibilizem informações aos melhoristas genéticos, e até mesmo de seu uso direto pelo agricultor.


NRP: 264

Título: Recursos Genéticos in situ e Recuperação de áreas degradadas

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2009



Objetivos

Objetivos: Estudar a biodiversidade em diferentes níveis, da paisagem às espécies, com vistas à sua conservação; estudar os efeitos da fragmentação da vegetação sobre os sistemas de polinização, de reprodução, da diversidade genética e de sua distribuição na população e sobre a estrutura e dinâmica das populações; identificar e localizar espécies nativas em risco de extinção, especialmente das famílias Flacourtiaceae, Lacistemataceae e Ulmaceae; elaborar diagnóstico ambiental em microbacias, utilizando metodologia participativa, envolvendo o poder público e a comunidade; propor, com base nos resultados obtidos, estratégias para a recomposição da vegetação nativa, especialmente das matas ciliares, das encostas e das áreas de preservação legal nas propriedades rurais, com vistas ao cumprimento da legislação ambiental e à conservação das espécies e ecossistemas nativos.



Equipe Técnica

Líder: Roseli Buzanelli Torres

Colaboradores: Archimedes Perez Filho, COHAB, Departamento de Meio Ambiente, Departamento de Parques e Jardins, Edivani Villaron Franceschinelli, Flávio Antonio Maes dos Santos, Francisco de Paula Nogueira, George John Shephard, Jener Fernando Leite de Moraes, João Renato Stehmann, Luís Carlos Bernacci, Márcio Rossi, Maria Conceição Costa, Miriam Paula Manini, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Ricardo Marques Coelho, Shaily Menon, Sueli Yoshinaga Pereira



Enquadramento

Sub-Atividade: Desenvolvimento Sustentável
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais


Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Outros Estados, Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O processo de fragmentação da vegetação nativa, devida à ocupação do solo de modo desordenado e sem planejamento, reduz os habitats disponíveis para as espécies - vegetais e animais. Estudos de estrutura e dinâmica das populações, e de diversidade genética, indicam que o tamanho dos fragmentos influencia de forma negativa as populações e a diversidade genética de algumas espécies, ou seja, quanto menor o fragmento, menor a taxa de polinização, fertilidade e a diversidade genética na população e, em alguns casos, maior taxa de predação de sementes. Esses resultados apontam para a erosão dos recursos genéticos nativos e para a necessidade de implementação de políticas públicas que favoreçam a conservação da nossa biodiversidade. O estudo de grupos específicos de plantas (como as famílias botânicas) também aponta a existência de espécies e áreas prioritárias para a conservação, tanto no estado de São Paulo como em outros estados da Federação.

NRP: 293

Título: Coleta e identificação taxonômica de germoplasma de maracujazeiros (Passifloraceae)

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2009



Objetivos

Objetivos: Aumentar a representatividade de espécies e acessos, em número de exsicatas no herbário IAC e de introduções no BAG (Banco Ativo de Germoplasma) de maracujazeiros da Instituição, melhorar o conhecimento atual sobre a biodiversidade da família Passifloraceae e disponibilizar germoplasma para o melhoramento da cultura.



Equipe Técnica

Líder: Luís Carlos Bernacci

Colaboradores: Armando Carlos Cervi, Carla Fernanda Nardin, Fátima Regina Gonçalves Salimena, Géza de Faria Árbocz, Harri Lorenzi, Nívea Maria Farinazzo, Rafaela Campostrini Forzza



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Frutas Frescas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Fruticultura de Clima Tropical
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Outros Estados, São Paulo



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Instituto Plantarum, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

A família Passifloraceae apresenta cerca de 600 espécies de distribuição predominantemente tropical, marcadamente na América (cerca de 450 espécies) e sua principal importância reside na produção de frutos, baseada, entretanto, em apenas 2 espécies no Brasil. Existem espécies utilizadas como medicinais ou ornamentais e outras foram indicadas como resistentes a doenças. Poucas espécies, no entanto, são conhecidas em termos de cultivo e qualidades econômicas e muitas espécies estão ameaçadas de extinção devido à destruição de seu ambiente natural, assim pretende-se efetuar coletas de germoplasma destas espécies nativas, possibilitando o seu estudo. Também serão preparadas exsicatas de cada germoplasma, quando em estádio reprodutivo e a identificação taxonômica será feita através de bibliografia especializada e consulta de materiais herborizados. O germoplasma coletado será encaminhado para introdução no banco de maracujazeiros do IAC, situado em Monte Alegre do Sul e Campinas e disponibilizado para a caracterização agronômica, citogenética e morfológica e para o melhoramento da cultura.

NRP: 295

Título: Coleta, introdução, identificação, intercâmbio e manutenção da coleção do herbário de fanerógamas do IAC.

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2006



Objetivos

Objetivos: Coletar, identificar, descrever, conhecer a distribuição geográfica, usos atuais e potenciais das espécies nativas do Estado de São Paulo, com vistas à conservação da biodiversidade dos ecossistemas e dos recursos naturais. Inclui também o gerenciamento do Herbário IAC, isto é, intercâmbio e manutenção do acervo



Equipe Técnica

Líder: Sigrid Luiza Jung Mendaçolli
Colaboradores: Luís Carlos Bernacci, Roseli Buzanelli Torres



Enquadramento

Sub-Atividade: Desenvolvimento Sustentável
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Outros Estados, Outros Países



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: CNPq, FAPESP, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O herbário IAC, que compreende coleções de plantas fanerógamas nativas e exóticas e os cultivares desenvolvidos na Instituição, conta com aproximadamente 46.000 espécimes incluídos. Esta coleção dá suporte às atividades do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico - CEC e outros centros do IAC, além de manter intercâmbio de materiais com outras instituições de pesquisa do Brasil e do exterior. O herbário conta também com uma coleção expressiva de obras clássicas e raras da taxonomia botânica.

NRP: 296

Título: Caracterização morfológica do banco ativo de germoplasma de cafeeiro

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2006



Objetivos

Objetivos: Caracterizar a morfologia externa e interna de plantas de café do banco de germoplasma do IAC e incluir exsicatas no Herbário IAC



Equipe Técnica

Líder: Rachel Benetti Queiroz Voltan
Colaboradores: Luciane Perosin Cabral, Luiz Carlos Fazuoli, Maria Bernadete Silvarolla



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção do Café
Programa de Pesquisa Principal: Café
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Consórcio Nacional do Café, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

A caracterização morfológica é uma etapa importante no manejo de um banco de germoplasma, porque permite identificar caracteres úteis ao programa de melhoramento genético e de duplicatas e híbridos porventura existentes. O banco de germoplasma de cafeeiro do Instituto Agronômico teve início em 1932 e nas décadas de 30 a 60 foram incluídas exsicatas no Herbário IAC, porém, a maioria delas consistia de uma a três folhas somente, não permitindo, portanto, a confirmação de sua identidade taxonômica. Será dado início à inclusão dos espécimes do banco de germoplasma de cafeeiro no herbário IAC, contendo estruturas vegetativas e reprodutivas e paralelamente será feito o estudo da morfologia foliar (interna e externa) das plantas da coleção pertencentes a cada categoria taxonômica.

NRP: 297

Título: Estudo morfo-fisiológico em plantas de cafeeiro infectadas por Xylella fastidiosa

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2006



Objetivos

Objetivos: Avaliar o efeito da bactéria Xylella fastidiosa em plantas de cafeeiro submetidas a diferentes fatores de estresse.



Equipe Técnica

Líder: Rachel Benetti Queiroz Voltan
Colaboradores: Luciane Perosin Cabral, Luiz Carlos Fazuoli, Osvaldo Paradela FIlho, Roberto Antonio Thomaziello



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção do Café
Programa de Pesquisa Principal: Café
Programa de Pesquisa Correlato: Fitossanidade
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Garça, Mococa



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

Até recentemente, os sintomas morfológicos externos observados em plantas de café infectadas por Xylella fastidiosa, tais como necrose e abscisão foliar, redução no crescimento, declínio do vigor e finalmente a morte da planta, eram atribuídos a um esgotamento nutricional ocasionado por altas produções. Porém, com a identificação dessa bactéria no cafeeiro, o problema tornou-se bem mais complexo. Deste modo, ainda não foi definido se esses distúrbios fisiológicos são provocados diretamente pela X. fastidiosa, ou se o esgotamento nutricional e outros fatores de estresse predispõem a planta à infecção pela bactéria e ou outros patógenos. É provável que em plantas de café possa estar ocorrendo um sinergismo entre o desequilíbrio nutricional e a presença da bactéria. A X. fastidiosa é transmitida por cigarrinhas das famílias Cicadellidae (sub-família Cicadellinae) e Cercopidae, que se alimentam nos ramos e folhas das plantas, preferencialmente nos tecidos do xilema. Entretanto, ainda não é bem conhecido o comportamento alimentar desses insetos nem tão pouco quais as espécies que se alimentam de cafeeiro, por tratar-se de uma doença detectada recentemente nessa cultura.

Tem sido sugerido que a causa principal dessa doença é uma disfunção no sistema condutor de água, que está relacionada com as oclusões dos vasos do xilema por “gomas”, tiloses ou células bacterianas. Porém, existem divergências na literatura se estas oclusões seriam suficientes para causar um estresse hídrico. Outras duas hipóteses para a origem dos sintomas da doença são a da fitotoxina e a do desbalanço de reguladores de crescimento. Deste modo, estudos de anatomia patológica em plantas infectadas por X. fastidiosa seriam importantes para o entendimento da relação patógeno-hospedeiro.


NRP: 299

Título: Banco ativo de germoplasma de fibrosas diversas

Data de Início: 05/2000 Data de Encerramento: 12/2006



Objetivos

Objetivos: Intercâmbio; introdução; quarentena; propagação; conservação; identificação; recursos genéticos; banco de germoplasma, respeitando Normas e Legislações de Biossegurança Fitossanitária e Normas e Procedimentos quarentenários, que dizem respeitos a vegetais (plantas fibrosas).



Equipe Técnica

Líder: Antonio Alberto Costa

Colaboradores: Romeu Benatti Júnior e Renato Ferraz de Arruda Veiga



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção do Algodão e Fibrosas
Programa de Pesquisa Principal: Algodão e Outras Plantas Fibrosas
Programa de Pesquisa Correlato:
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

As plantas fibrosas, pela sua grande importância econômica, já possibilitaram inclusive a existência de uma “Seção de Plantas Fibrosas” no IAC, estando agora locadas no Centro de Algodão e Plantas Fibrosas. Em apoio àquele Centro, o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Jardim Botânico assumiu o plantio e o estudo dos recursos genéticos das fibrosas diversas.

Os agricultores utilizam-se das plantas fibrosas para a obtenção de renda na propriedade rural, enquanto que as indústrias se beneficiam através da fabricação de tecidos (roupas, redes, sacos, tapetes, carpetes), bolsas, bijuterias, cordas, vasos, cestos, chapéus, entre outros, inclusive em estruturas arquitetônicas. A mão de obra necessária aos trabalhos rurais e urbanos decorrentes destas culturas permite fixar o homem ao campo, bem como abre frentes de trabalho também na indústria.

Não existe registro de bancos de germoplasma de plantas fibrosas no Estado de São Paulo e, no Brasil, somente a EMBRAPA Algodão, na Paraíba, divide com o IAC a tarefa de preservação deste precioso recurso. Neste BAG trabalharemos inicialmente com Crotalária, Kenaf, Juta, Sisal, Linho e Rami, efetuando a regeneração, caracterização e conservação, numa etapa mais avançada pretende-se, através dos dados agronômicos, efetuar uma seleção dos melhores materiais para o melhoramento genético.


NRP: 300

Título: Conservação, Avaliação e Caracterização de Recursos Genéticos de Rami (Bohemeria nivea Gaudish)

Data de Início: 05/2000 Data de Encerramento: 12/2006



Objetivos

Objetivos: Intercambiar recursos genéticos de rami com Instituições congêneres e Universidades, permitindo estudos têxteis, forrageiros e industriais; regenerar, conservar e introduzir novos acessos, oriundos de países produtores, afim de enriquecimento do Banco ativo de germoplasma de Rami.



Equipe Técnica

Líder: Romeu Benatti Júnior

Colaboradores: Antonio Alberto Costa, Gilberto Bufará, Neiva Izabel Pierozzi, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção do Algodão e Fibrosas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Nova Odessa



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O Rami, que é uma planta de grande potencial para a agricultura familiar, assim como todas outras fibrosas, é germoplasma afeto ao Centro de Algodão e Plantas Fibrosas. Em apoio àquele Centro, o Centro de Recursos Genéticos Vegetais e Jardim Botânico assumiu o plantio e estudo desta espécie.

Pretende-se com este projeto integrado possibilitar o intercâmbio de recursos genéticos com Instituições congêneres e Universidades, permitindo estudos têxteis e forrageiros. Buscar-se-á, além da regeneração e conservação, a introdução de novos acessos, oriundos de países produtores, afim de enriquecimento do Banco ativo de Germoplasma de Rami.

Serão implementados ensaios junto ao Instituto de Zootecnia objetivando estudos forrageiros na complementação de ração para animais monogástricos e ruminantes, além de ensaios para estudos do potencial têxtil, uma vez que o Estado de São Paulo é um dos maiores pólos consumidores de fibras naturais.

NRP: 301

Título: Introdução, quarentena, propagação, caracterização e avaliação de espécies, cultivares e seleções de frutíferas

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2009

Objetivos

Objetivos: Introduzir e pesquisar acessos de frutíferas dos Bancos de Germoplasma.



Equipe Técnica

Líder: Wilson Barbosa
Colaboradores: Antonio Alberto Costa, Emmanuel A. S. Moraes, Haiko Enok Sawazaki, Rachel Benetti Queiroz Voltan, Renato Ferraz de Arruda Veiga



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Frutas Frescas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: CNPq, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

Objetiva introduzir, propagar, quarentenar, caracterizar e avaliar em laboratório e campo, espécies, cultivares e seleções de frutíferas através do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Jardim Botânico, Centro Experimental Central, IAC. As pesquisas bio-agronômicas fornecerão subsídios importantes: a) ao Banco Ativo de Germoplasma; b) ao sistemas de banco de dados e de documentação institucional; c) ao sistema de quarentena, intercâmbio, caracterização e de produção de material; d)aos programas de melhoramento genético e cultural do IAC e de outras instituições congêneres.

NRP: 303

Título: Banco de germoplasma de Gladiolus spp..

Data de Início: 08/2002 Data de Encerramento: 09/2009



Objetivos

Objetivos: Coleta, introdução e estudo das variedades e espécies de Gladiolus e a identificação de fontes naturais de resistência ou tolerância possivelmente existentes contra o patógeno causador da ferrugem, Uromyces transversalis.



Equipe Técnica

Líder: Antonio Fernando Caetano Tombolato
Colaboradores: Jairo Lopes de Castro, Leila Nakati Coutinho, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Flores e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Principal: Floricultura e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Correlato:
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Capão Bonito, Holambra, Monte Alegre do Sul, São Paulo



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: CNPq, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O objetivo deste projeto consiste na coleta, introdução e estudo das variedades e espécies de Gladiolus,e a identificação de fontes naturais de resistência, ou tolerância, possivelmente existentes contra o patógeno causador da ferrugem, Uromyces transversalis. Os trabalhos existentes, no momento, sobre a ferrugem prendem-se aos aspectos micológicos, metodologias de avaliação e prejuízos causados à cultura sem fazer referência ao nível de resistência dos materiais, salvo exceção de uma variedade não comercial identificada por PITTA et al. do Instituto Biológico. Esta variedade resistente vem sendo multiplicada em coleção no IAC e utilizada em múltiplos cruzamentos com variedades de alto valor agronômico. Novos tipos de planta e flores de características ímpares têm sido observados na coleção existente em Capão Bonito, eles vêm sendo estudados e multiplicados, sendo materiais alternativos interessantes para a exploração comercial.

NRP: 304

Título: Coleta de espécies indígenas brasileiras de cinco famílias de interesse ornamental e sua propagação e manutenção em coleções no Cenargen, Jardim Botânico de Brasília e Instituto Agronômico de Campinas.

Data de Início: 10/2001 Data de Encerramento: 10/2009



Objetivos

Objetivos: Coletar, manter e estudar espécies indígenas brasileiras de floríferas de interesse ornamental.



Equipe Técnica

Líder: Antonio Fernando Caetano Tombolato
Colaboradores: Julie H.A. Dutilh, Luis Alberto Sáes, Luiz Antonio Ferraz Matthes, Marta Camargo de Assis, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Roseli Buzanelli Torres, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Flores e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Principal: Floricultura e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Correlato:
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Outros Estados, Campinas, Holambra, Monte Alegre do Sul, São Paulo



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: CNPq



Resumo

Coleta, manutenção e estudo de espécies indígenas brasileiras de floríferas de interesse ornamental em coleções no Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), Jardim Botânico do Distrito Federal e Instituto Agronômico (IAC). Essas instituições objetivam ampliar o programa de coleta e o cultivo de espécies de ornamentais de algumas famílias de herbáceas das quais já vêm mantendo coleção: Alstroemeriaceae, Amaryllidaceae, Araceae, Bromeliaceae e Orchidaceae. Muitas herbáceas ornamentais estão em risco de extinção principalmente pela destruição de seus habitats naturais pelo avanço das fronteiras da agricultura para áreas de cerrado, pela troca das pastagens por produção de grãos, pelo uso indiscriminado do fogo e muitas outras razões inerentes à exploração demográfica humana; de onde a importância da conservação ex situ. Através deste projeto, o IAC pretende enriquecer a variabilidade genética das linhagens de híbridos das espécies de Alstroemeria e Hippeastrum nos seus respectivos programas de melhoramento genético, atualmente em desenvolvimento no seu Centro de Horticultura. Algumas espécies nativas de famílias tais como as Araceae e Bromeliaceae, em função de suas características são passíveis de exploração comercial direta como um produto novo para a floricultura.

NRP: 334

Título: Levantamento de espécies silvestres do estado de São Paulo

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2009



Objetivos

Objetivos: 1) Conhecimento dos recursos genéticos vegetais silvestres do Estado de São Paulo como subsídio básico para o reconhecimento de espécies alimentícias, medicinais, tóxicas, produtoras de madeira de lei, de interesse na arborização urbana e paisagismo, e para uso em recuperação de áreas degradadas. 2) ampliação do banco de germoplasma ex situ e herbário da Instituição. 3) Elaboração de banco de dados sobre as espécies silvestres úteis.



Equipe Técnica

Líder: Sigrid Luiza Jung Mendaçolli
Colaboradores: Luís Carlos Bernacci, Roseli Buzanelli Torres



Enquadramento

Sub-Atividade: Desenvolvimento Sustentável
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato:
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): São Paulo



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

A presente proposta visa o conhecimento das espécies silvestres do Estado de São Paulo, com enfoque centrado nas áreas sob responsabilidade do Instituto Agronômico. Estas áreas abrigam remanescentes de vegetação nativa, representando diferentes ecossistemas como cerrados, campos, matas tropicais úmidas, matas mesófilas, matas de brejo e outros. O desconhecimento quase total dos recursos genéticos nativos e potencialidades de uso destas espécies ocorrentes nos Núcleos e Estações Experimentais do IAC foram os fatores primordiais que desencadearam esta proposta de estudos, visando fornecer subsídios a curto, médio e longo prazo para projetos mais específicos, tal como a utilização econômica dos mesmos. Os dados a serem obtidos serão úteis, para a detecção de espécies alimentícias, medicinais, tóxicas, aromáticas, ornamentais, fibrosas, ameaçadas de extinção; projetos de preservação de áreas degradadas, conservação, prospecção de substâncias bioquímicas, educação ambiental, bem como para os de cunho citológico, farmacológico, cosmético e outros, que dependam do conhecimento preliminar das espécies lá ocorrentes. Deverá também ser elaborado um banco de dados sobre as plantas existentes em cada uma das áreas estudadas e coletas botânicas serão depositadas no acervo do Herbário IAC.

NRP: 335

Título: Biodiversidade e Fitossociologia em Remanescentes de Vegetação Nativa

Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2009



Objetivos

Objetivos: Contribuir para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade da vegetação nativa, enfocando os efeitos da fragmentação sobre a vegetação e oferecer subsídios à agricultura ecológica.



Equipe Técnica

Líder: Luís Carlos Bernacci
Colaboradores: Carlos Alfredo Joly, Eduardo Luís Martins Catharino, Geraldo Antônio Daher Corrêa Franco, Géza de Faria Árbocz, Giselda Durigan, Jean Paul Walter Metzger, Jorge Tamashiro, Marco Antonio de Assis



Enquadramento

Sub-Atividade: Desenvolvimento Sustentável
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Cotia, Ibiúna, Ribeirão Preto, São Luiz do Paraitinga, São Paulo, Ubatuba



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FAPESP, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

A presente busca avaliar em que condições de fragmentação a vegetação nativa pode suportar grande biodiversidade. Fragmentos florestais, de diferentes tamanhos e graus de conectividade, e áreas de vegetação contínua serão estudados para determinar-se a biodiversidade preservada, especialmente através de métodos fitossociológicos, e quanto ao estado de conservação (grau de cobertura, altura do dossel, densidade de lianas, espécies frágeis, etc.). Além da divulgação dos resultados científicos em revistas especializadas, a pesquisa dará suporte à produção de: artigos de divulgação, material multimídia; guias de identificação de espécies lenhosas; programa de visitas às áreas de vegetação remanescente; programa de conscientização ambiental de proprietários rurais, com a perspectiva de exploração do nicho econômico da agricultura; banco de dados com os resultados das pesquisas desenvolvidas.

NRP: 607

Título: Diagnóstico da qualidade das sementes básicas de feijão e soja produzidas pelo Instituto Agronômico.
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 12/1999 Data de Encerramento: 12/2006
Situação: Andamento


Objetivos

Objetivos: Realizar um diagnóstico da qualidade das sementes de feijão e soja produzidas pelo Instituto Agronômico, por meio de levantamento de dados de campo, de processamento e de laboratório que, avaliadas em conjunto, permitirão o aprimoramento dos processos de produção das sementes dessas duas importantes culturas.



Equipe Técnica

Líder: Antonio Augusto do Lago
Colaboradores: Priscila Fratin Medina



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção dos Grãos e Fibras em Geral
Programa de Pesquisa Principal: Feijão e Outras Leguminosas
Programa de Pesquisa Correlato: Feijão e Outras Leguminosas
Linha de Pesquisa: Tecnologia de Sementes



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Tesouro do Estado



Resumo

A atividade mais visível do Instituto Agronômico relaciona-se ao melhoramento genético vegetal, ou seja, à obtenção de novos cultivares e tipos de plantas com características superiores de produção, resistência a pragas e doenças e melhor qualidade do produto. O IAC vem, há décadas, produzindo e distribuindo à comunidade agrícola as sementes, mudas e outros materiais propagativos desses cultivares melhorados; o atual programa de produção de sementes está em fase de aperfeiçoamento, com forte ênfase em qualidade. Contemporaneamente, qualidade significa o atendimento das necessidades e desejos do cliente (produtor agrícola) onde, além da qualidade técnica do produto-semente, deve-se considerar também diversos outros fatores, entre os quais, por exemplo, quantidades suficientes e confiabilidade. Pretende-se contribuir para essa fase de aperfeiçoamento da produção, realizando-se um diagnóstico da qualidade das sementes básicas de feijão e soja produzidas pelo Instituto Agronômico, por meio de levantamento de dados de qualidade e de outras informações de campo e de processamento que, em associação com a detecção de problemas e realização de estudos de causa e efeito, poderão permitir a apresentação de soluções.

NRP: 849

Título: Descritores de Banco de germoplasma. I. Identificação.

Data de Início: 06/2000 Data de Encerramento: 06/2006



Objetivos

Objetivos: 1 - Montar banco de dados com os dados de passaporte dos materiais componentes do Banco de Germoplasma; 2 - Disponibilizar as informações gerenciais aos curadores de cada Banco de Germoplasma; 3 - Disponibilizar as informações públicas através do site do IAC.



Equipe Técnica

Líder: Pedro Luís Guardia Abramides
Colaboradores: Renato Ferraz de Arruda Veiga, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Qualidade de Produtos e Processos
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Métodos Quantitativos



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

O objetivo do descritor “Identificação” é caracterizar a introdução com número, data, Nome Científico, Nome Vulgar, Cultivar, Procedência, Origem, Remetente, Local de Coleta (município, país, Latitude, Longitude, Altitude). O cadastramento, e manutenção dos dados, serão feito on line, diretamente pelos curadores responsáveis e armazenamento em banco de dados disponível para consultas completas on line no site específico, e pesquisas on line em dados públicos no site do IAC.

NRP: 851

Título: Descritores de Bancos de Germoplasma II - Características morfológicas.

Data de Início: 06/2000 Data de Encerramento: 06/2006



Objetivos

Objetivos: 1 - Montar banco de dados com os dados de caracterização morfológica dos materiais componentes do Banco de Germoplasma; 2 - Disponibilizar as informações gerenciais aos curadores de cada Banco de Germoplasma; 3 - Disponibilizar as informações públicas através do site do IAC.



Equipe Técnica

Líder: Pedro Luís Guardia Abramides
Colaboradores: Rachel Benetti Queiroz Voltan, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Qualidade de Produtos e Processos
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Métodos Quantitativos



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

O objetivo do descritor Caracterização Morfológica é descrever as características das introduções quanto ao hábito de crescimento, características das folhas, características dos frutos e demais parâmetros que identificam o germoplasma em questão. O cadastramento e manutenção dos dados serão feitos on line, diretamente pelos curadores responsáveis e armazenamento em banco de dados disponível para consultas completas on line no site específico, e pesquisas on line em dados públicos no site do IAC.

NRP: 1273

Título: Sistema informatizado de cadastramento, gerenciamento e avaliação de materiais e intercâmbios do herbário IAC.

Data de Início: 01/2002 Data de Encerramento: 01/2006



Objetivos

Objetivos: 1 - Montar banco de dados com os dados de materiais herborizados componentes do Herbário IAC; 2 - Operacionalizar o gerenciamento de intercâmbio de materiais; 3 - Disponibilizar as informa informações gerenciais aos curadores do Herbário IAC; 3 - Disponibilizar as informações públicas através do site do IAC.



Equipe Técnica

Líder: Pedro Luís Guardia Abramides
Colaboradores: Luís Carlos Bernacci, Roseli Buzanelli Torres, Sigrid Luiza Jung Mendaçolli



Enquadramento

Sub-Atividade: Informações Estratégicas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Informática na Agropecuária



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

O Sistema tem a finalidade de operacionalizar e disponibilizar informações relativas a coleção de materiais herborizados constantes do Herbário IAC. O Herbário é o quinto maior do Estado de São Paulo e dispõe de um acervo de cerca de 44.0000 plantas. O sistema conta com um módulo de inserção de dados, um módulo de disponibilização das informações completas e gerenciamento dos materiais e intercâmbios do herbário ao nível local e um módulo de disponibilização parcial de dados para consultas em tempo real via Internet, através do site do IAC. O cadastramento e manutenção dos dados serão feitos on line, diretamente pela equipe do Herbário. O Sistema será desenvolvido utilizando-se das linguagens HTML , ASP, Vbscript e SQL, dando-se a comunicação de dados WEB servidor de banco de dados via ODBC, sendo utilizado os Bancos de Dados MySQL e Microsoft Access. As informações são fornecidas ao nível de grande grupo, família, gênero, país, estado e local de coleta, coletor e identificador, etc.., em termos qualitativos e quantitativos. Além disso, são gerenciados os intercâmbios. Os resultados da avaliação da coleção também serão, entre outros meios, divulgados através do site do IAC.

NRP: 1494

Título: Sistema de Informações e Estudos dos cultivares lançados pelo Instituto Agronômico - IAC

Data de Início: 10/2003 Data de Encerramento: 12/2008



Objetivos

Objetivos: 1) Levantar os cultivares lançados pelo IAC; 2) Estudar a evolução dos lançamentos anuais de cultivares; 3) Divulgar informações relativas aos materiais lançados.



Equipe Técnica

Líder: Pedro Luís Guardia Abramides
Colaboradores: Ana Cristina Sellito Boaventura, Edna Bidóia, Elaine Simões Ernandes, Luiz D Artagnan de Almeida, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Informações Estratégicas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Informática na Agropecuária



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

O Sistema tem a finalidade de operacionalizar e disponibilizar informações relativas a coleção de cultivares lançados pelo Instituto Agronômico - IAC. O sistema conta com um módulo de inserção de dados, um módulo de disponibilização das informações completas e gerenciamento dos materiais e intercâmbios do herbário ao nível local e um módulo de disponibilização parcial de dados para consultas em tempo real via Internet, através do site do IAC. O cadastramento e manutenção dos dados serão feitos on line. O Sistema será desenvolvido utilizando-se das linguagens HTML , ASP, Vbscript e SQL, dando-se a comunicação de dados WEB servidor de banco de dados via ODBC, sendo utilizado os Bancos de Dados MySQL e Microsoft Access. As informações são fornecidas por ano, cultura, em termos qualitativos e quantitativos, além de possuir um sistema de busca nos diferentes campos do Banco de Dados. Além do sistema e do site serão gerados estudos relativos a quantificação anual de cultivares lançados e atuação por cultura.

NRP: 1477

Título: Conservação in vitro de germoplasma de Hippeastrum spp.

Data de Início: 03/2003 Data de Encerramento: 02/2009



Objetivos

Objetivos: Conservação de recursos genéticos de Hippeastrum através de técnicas in vitro e limpeza viral.



Equipe Técnica

Líder: Antonio Fernando Caetano Tombolato
Colaboradores: Lincoln Amaral, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Flores e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Principal: Floricultura e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Correlato:
Linha de Pesquisa: Recursos Genéticos



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Governo do Estado de São Paulo



Resumo

Objetivou-se nesse trabalho realizar a limpeza de vírus e a obtenção de um protocolo de conservação in vitro das cvs. Apple Blossom, Orange Souvereign e Red Lion de Hippeastrum hybridum. A termoterapia foi associada a cultura de meristemas com a finalidade de tornar esse material livre de vírus. Na cv. Orange Souvereign essas técnicas obtiveram êxito em 43,3% das plântulas, sendo que o mesmo índice foi de 53,3% na cv. Red Lion e de 46,6,6% na cv. Apple Blossom, o que demonstrou a utilidade desse método para a cultura de amarílis. Todavia, esse resultado aguarda confirmação de novos exames fitossanitários. A fim de obter o protocolo de conservação, está sendo realizado um ensaio combinando diversos tratamentos contendo 2 tipos de meio MS, 3 diferentes concentrações de sacarose e 2 valores distintos de temperatura. Os explantes que forem conservados em meio mínimo de crescimento, serão inoculados ao meio ideal de propagação, objetivando avaliar o potencial de regeneração desse germoplasma. Esses últimos 2 ensaios aguardam a totalização dos resultados para que possam ser avaliados de forma conclusiva.

NRP: 1513

Título: Coleta e conservação de espécies nativas brasileiras de Petunia e Calibrachoa (Solanaceae) pelo Jardim Botânico do IAC

Data de Início: 03/2004 Data de Encerramento: 03/2007



Objetivos

Objetivos: Os principais objetivos são:- a coleta de sementes e estacas de espécies nativas para a produção de matrizeiros; - a obtenção de dados para o estudo do estado de conservação in situ e ex situ das espécies nativas dos gêneros Petunia e Calibrachoa; - a manutenção de toda a coleção de espécies e híbridos de interesse no JBIAC; - a propagação do germoplasma coletado; - a fenologia e caracterização das espécies nativas e híbridos da coleção; - a criação de banco de dados informatizado sobre os híbridos as espécies nativas; - o intercâmbio de germoplasma com as empresas em parceria.



Equipe Técnica

Líder: Antonio Fernando Caetano Tombolato
Colaboradores: Antonio Alberto Costa, Luís Carlos Bernacci, Luiz Antonio Ferraz Matthes, Luiz Henrique Carvalho, Marta Camargo de Assis, Rachel Benetti Queiroz Voltan, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Roseli Buzanelli Torres, Sigrid Luiza Jung Mendaçolli, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Desenvolvimento Sustentável
Programa de Pesquisa Principal: Floricultura e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Correlato:
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Ball Horticultural Company, Danziger, FUNDAG, GoldSmith Seeds Inc., Lazzeri Agricultural Group, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA, Syngenta



Resumo

Coleta e pesquisa com espécies indígenas brasileiras dos gêneros Petunia e Calibrachoa (Solanaceae)de interesse ornamental e manutenção em coleções no Jardim Botânico do Instituto Agronômico de Campinas (JBIAC). Intercâmbio de material genético, através de um acordo de parceria entre o IAC e empresas que atuam na criação de híbridos de plantas ornamentais e apoiar seus respectivos programas de melhoramento genético.

NRP: 1739

Título: Propagação vegetativa e seminífera de acessos de germoplasma e de material em quarentena

Data de Início: 01/2004 Data de Encerramento: 12/2009



Objetivos

Objetivos: Propagar em estufa-telado e em laboratório plantas diversas para fins de conservação de germoplasma e de acesso ou remessa de material em quarentena; selecionar e aplicar métodos e técnicas adequadas de propagação; evitar introdução e remessa de plantas com pragas e doenças.



Equipe Técnica

Líder: Wilson Barbosa
Colaboradores: Antonio Alberto Costa, Antonio Fernando Caetano Tombolato, Odair Alves Bovi, Renato Ferraz de Arruda Veiga



Enquadramento

Sub-Atividade: Aprimoramento do Processo de Trabalho
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Recursos Genéticos



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: IAC



Resumo

Os grupos vegetais exigem um método específico de propagação, dependendo das peculiaridades de cada espécie e mesmo de cada cultivar. A propagação vegetativa ou assexuada consiste na multiplicação de uma planta através de propágulos vegetativos, não envolvendo recombinação genética, permitindo a fiel reprodução genética do material original.

A propagação por sementes é usada quando os meios de propagação vegetativa não são possíveis ou quando não traz problemas ao seu cultivo. A propagação por sementes, também chamada sexual ou seminífera, deve ser feita obedecendo a certos critérios. É importante o conhecimento da espécie e do hábito de reprodução da planta fornecedora das sementes, a qual deve ter as melhores características da espécie ou cultivar em questão.

Sistemas in vitro são excelentes pela sua eficiência na multiplicação clonal de plantas. Há, nesse caso, necessidade de desenvolvimento e otimização de métodos e protocolos para o crescimento de plântulas in vitro, com objetivos específicos. Ressalte-se que, devido a problemas fitossanitários de algumas espécies, há forte tendência de se efetuar o intercâmbio de germoplasma e de material de quarentena através de plantas in vitro.

Daí a proposta de se pesquisar os melhores métodos de propagação de acessos de germoplasma e de material em quarentena no NPD Jardim Botânico, IAC.

NRP: 1740

Título: Avaliação de coleções de plantas hortícolas

Data de Início: 01/2004 Data de Encerramento: 12/2009



Objetivos

Objetivos: Caracterização botânica, morfológica, genética e agronômica de espécies, cultivares e seleções; conservação de germoplasma em laboratório, estufa e câmara fria; e, informatização de coleções de plantas hortícolas.



Equipe Técnica

Líder: Wilson Barbosa
Colaboradores: Odair Alves Bovi, Pedro Luís Guardia Abramides, Renato Ferraz de Arruda Veiga



Enquadramento

Sub-Atividade: Aprimoramento do Processo de Trabalho
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Recursos Genéticos



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: IAC



Resumo

Os recursos genéticos vegetais são integrantes da biodiversidade e estratégicos às pesquisas científicas e à segurança alimentar do País. A sua adequada avaliação, conservação, caracterização e informatização, contribuem eficazmente tanto no melhoramento genético e cultural das espécies, quanto na diminuição da dependência de germoplasma externo.

NRP: 1822

Título: Banco de germoplasma de herbáceas ornamentais: coleta, resgate e conservação de cultivares e espécies nativas no Jardim Botânico do Instituto Agronômico (JBIAC)

Data de Início: 01/2005 Data de Encerramento: 12/2010



Objetivos

Objetivos: Como solução mitigadora propõe-se: a coleta de sementes de espécies nativas, principalmente do Estado de São Paulo, para a produção de matrizeiros e material de herbário; o estudo do estado de conservação das espécies nativas cultivadas no Instituto Agronômico; o mapeamento, identificação e manutenção de toda a coleção; domesticação de novas espécies e pré-melhoramento; a fenologia e caracterização botânica e agronômica das espécies nativas da coleção; criação de banco de dados informatizado sobre as espécies nativas.



Equipe Técnica

Líder: Antonio Fernando Caetano Tombolato
Colaboradores: Joaquim Adelino de Azevedo Filho, Julie H.A. Dutilh, Luis Alberto Sáes, Marta Camargo de Assis, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Roseli Buzanelli Torres, Thiago Nogueira Lucon, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Flores e Plantas Ornamentais
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Floricultura e Plantas Ornamentais
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Capão Bonito, Monte Alegre do Sul, Pariquera-Açú



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O Jardim Botânico do Instituto Agronômico (JBIAC) objetiva ampliar o programa de coleta, resgate, introdução, domesticação, pré-melhoramento e propagação de recursos genéticos de espécies de ornamentais agrícolas de algumas famílias de plantas herbáceas das quais já vêm mantendo banco de germoplasma (BAGs) de algumas famílias, a saber: Alstroemeriaceae, Amaryllidaceae e Bromeliaceae e, inclusive, das cultivares de Anthurium andraeanum Linden. Através deste projeto, o JBIAC pretende enriquecer a variabilidade genética dos respectivos BAGs, produzir exsicatas para o herbário iac e caracterizar as espécies, variedades e híbridos existentes principalmente no Estado de São Paulo e circunvizinhanças que apresentam potencial ornamental e correm risco de desaparecimento. Dois aspectos serão enfocados: as plantas já existentes nos BAGs do IAC e o novo germoplasma a ser introduzido.

NRP: 1823

Título: Bambu: introdução, conservação, caracterização e avaliação de espécies nativas e exóticas

Data de Início: 01/2004 Data de Encerramento: 12/2009



Objetivos

Objetivos: Introduzir, identificar, caracterizar, propagar e conservar espécies e variedades de bambu de interesse atual ou potencial.



Equipe Técnica

Líder: Antonio Fernando Caetano Tombolato
Colaboradores: André Lacerda Salgado, Anísio Azzini, Antonio Ludovico Beraldo, Armando Pettinelli Júnior, Edson Sartori, Francisco de Assis Leitão de Moraes, José Teixeira Filho, Marta Camargo de Assis, Renato Ferraz de Arruda Veiga, Rojane Magda Kletecke, Roseli Buzanelli Torres, Tito Schiva, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Qualidade de Produtos e Processos
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Plantas Tropicais
Linha de Pesquisa: Recursos Genéticos



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Outros Países, Campinas, Tatuí



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

O bambu, pertencente à família Gramineae (Poaceae), possui aproximadamente 45 gêneros e mais de mil espécies dispersas pelo mundo. Seu cultivo é muito antigo, existindo registros anteriores à Era Cristã, na Ásia tropical e sub-tropical (China, Índia e Japão) com usos diversos. Ocorre naturalmente em praticamente todos os continentes, com exceção da Europa. A maior diversidade de espécies ocorre nos continentes asiático e americano (BERALDO e AZZINI, 2004).As espécies nativas brasileiras pertencem aos gêneros Arundinaria (17 espécies), Chusquea (22 espécies), Merosthachys (16 espécies), Guadua (17 espécies), Arthrostylidium (3 espécies), Streptogyne, Glaziophyton, Nastus, Streptochaeta (NOMURA et al., 1986 citado por BERALDO e AZZINI, 2004 ). São conhecidas regionalmente pelos nomes vulgares de taquara, taboca, jativoca, taquaruçu, taboca-açu e, segundo SALGADO et al., 1992, requerem ambientes de mata ou florestas para o seu desenvolvimento.As espécies exóticas tropicais, as quais tem por hábito a formação de touceiras, foram introduzidas no Brasil pelos primeiros colonizadores portugueses e são de origem asiática. Destas, as mais conhecidas são: Bambusa tultoides, B. vulgaris, B. vulgaris var. vittata, Dendrocalamus giganteus e D. latiflorus. As espécies exóticas, oriundas de países com clima temperado, possuem sistema radicular alastrante e foram introduzidas pelos imigrantes japoneses. Pertencem ao gênero Phyllostachys e Arundinaria (SALGADO et al., 1992; BERALDO e AZZINI, 2004). Vários autores (FARRELY (1984), BERALDO e AZZINI (2004), PEREIRA (2001), SALGADO et al. (1992), MEREDITH (2002), VILLEGAS (1989)), relatam os diversos usos do bambu, tais como: carvão, proteção do solo, controle da erosão, drenos, quebra vento, paisagismo (ornamentação), tubos para condução de água, alimento (broto de bambu, amido), tecidos, objetos para uso doméstico, artesanato em geral, instrumentos musicais, ferramentas, aplicações em medicina, farmácia, química, carvão para baterias, combustível, estrutura de avião, quiosques, cordas, andaimes, bambucreto, cata vento, rodas d’água, quadro de bicicleta, pranchas de surf, palitos, pisos, cotonetes, painéis laminados colados e compensados, embarcações, equipamentos agrícolas, chapas, colheres, forros. Além disto tudo também é um eficiente seqüestrador de carbono.Na América Latina, países como o Chile, Equador, Colômbia, Costa Rica e Peru exploram muito o potencial do bambu, no entanto no Brasil ainda é pouco utilizado talvez pelo desconhecimento de suas espécies, características e aplicações, ou pela falta de pesquisas e informações disponíveis. Aqui os usos mais conhecidos se limitam ao artesanato, vara de pescar, móveis e broto comestível (PEREIRA, 2001).O desconhecimento da identidade taxonômica das espécies nativas é um grande entrave ao seu uso pela população brasileira. Inúmeras espécies de bambu existentes no Brasil não estão identificadas, isso se deve principalmente ao comportamento da planta, já que em algumas espécies suas plantas florescem apenas uma única vez na vida, morrendo a seguir. Além disso, a identificação taxonômica somente pode ser realizada examinando-se suas flores, frutos, sementes, caules, raízes e folhas. Até mesmo por tais dificuldades uma outra se acrescenta, a inexistência de pesquisadores interessados em se especializar na cultura. Independentemente de tais dificuldades, é necessário a gestão, o manejo, a conservação e o uso dos bancos de germoplasma existentes no Brasil.Neste contexto, o Centro Experimental do Instituto Agronômico, em Campinas, SP, e a APTA – Regional Sudoeste Paulista, em Tatuí, SP, possuem conjuntamente um dos maiores bancos de germoplasma de bambu, da América Latina com mais de 100 acessos. Neste banco há alguns acessos identificados taxonomicamente, porém pela ausência de uma curadoria efetiva, por um longo período, torna-se necessária um levantamento dos dados de passaporte e checagem das placas de identificação do campo. Feita esta checagem será refeito o plano de campo, utilizando-se dos pontos levantados por GPS (Global Positions Systens) de cada acesso.

NRP: 280

Título: Características fisiológicas e físicas de sementes de cereais produzidas com diferentes doses de fertilizantes em diferentes solos e locais do Estado de São Paulo.

Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 08/1995 Data de Encerramento: 12/2010
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: O trabalho será realizado com o objetivo de avaliar as características físicas e a qualidade fisiológica de sementes de novos cultivares de trigo, quando produzidas com diferentes doses de nitrogênio, aplicadas em diferentes solos e locais do Estado de São Paulo, com ou sem emprego de fungicidas.



Equipe Técnica

Líder: Priscila Fratin Medina
Colaboradores: Heitor Cantarella, João Carlos Felício, José Guilherme de Freitas, Maria Aparecida de Souza Tanaka



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção dos Grãos e Fibras em Geral
Programa de Pesquisa Principal: Fisiologia Vegetal
Programa de Pesquisa Correlato: Nutrição de Plantas
Linha de Pesquisa: Tecnologia de Sementes



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Cândido Mota, Capão Bonito, Florínea, Itararé, Mococa, Pedrinhas Paulista, Ribeirão Preto, Taubaté, Votuporanga



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FAPESP, Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

A nutrição adequada da cultura é essencial para a obtenção de elevadas produções de cereais, podendo inclusive afetar a qualidade fisiológica e física destas sementes. No entanto, as práticas de adubação são as mesmas para produção quantitativa de grãos ou de sementes, pois os trabalhos destinados à qualidade de sementes em função da fertilidade do solo apresentam resultados divergentes. Desta forma, com o objetivo de avaliar características físicas e fisiológicas de sementes de novos cultivares de cereais (arroz, milho e trigo e outros), quando produzidas com diferentes doses de fertilizantes, sementes procedentes de experimentos, conduzidos em diferentes solos e locais do Estado de São Paulo, sob a coordenação do Centro de Plantas Graníferas, serão avaliadas quanto às suas características físicas (massa de mil sementes e dimensões) e fisiológicas (crescimento de plântulas, germinação, condutividade elétrica, tetrazólio e envelhecimento artificial).

NRP: 282

Título: Produção de sementes de soja com semeadura tardia.
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 01/1993 Data de Encerramento: 12/2010
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: Obter informações adicionais sobre a população de plantas, adubação nitrogenada, adubação com micronutrientes e emprego de ácido giberélico, visando aumentar a produtividade de cultivares precoces de soja em semeaduras tardias. Também serão reunidas informações sobre a qualidade de sementes de cultivares precoces de grande expressão no Estado de São Paulo, produzidas nessas épocas.



Equipe Técnica

Líder: Priscila Fratin Medina
Colaboradores: Gerson Silva Giomo, Laércio Soares Rocha Júnior, Luiz Fernandes Razera, Marcelo Ticelli



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção do Milho e da Soja
Programa de Pesquisa Principal: Soja
Programa de Pesquisa Correlato: Fisiologia Vegetal
Linha de Pesquisa: Tecnologia de Sementes



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

Sementes de soja, principalmente de cultivares precoces, produzidas na época tradicional, com semeadura no mês de novembro, freqüentemente apresentam problemas de qualidade fisiológica e sanitária devido a coincidência da maturação e da colheita com períodos quentes e chuvosos. A semeadura em época tardia resulta na produção de sementes de melhor qualidade; porém a produção é significativamente reduzida, devido à sensibilidade dos cultivares precoces de soja ao fotoperíodo. Este trabalho será conduzido, com o objetivo principal de obter informações adicionais sobre a população de plantas, adubação nitrogenada, adubação com micronutrientes e emprego de ácido giberélico, visando aumentar a produtividade de cultivares precoces de soja em semeaduras tardias. Também serão reunidas informações sobre a qualidade de sementes de cultivares precoces de grande expressão no Estado de São Paulo , produzidas nessas épocas. Assim, durante o ciclo da cultura serão realizadas as seguintes avaliações: altura das plantas, número de sementes por planta, altura de inserção da primeira vagem, número de ramos por planta e número de sementes por planta. Após a colheita serão avaliadas a qualidade fisiológica e a sanidade das sementes, por meio das seguintes determinações: massa de mil sementes, grau de umidade, germinação, envelhecimento artificial, tetrazólio e sanidade.

NRP: 1385

Título: Avaliação do potencial fisiológico de sementes de trigo (Triticum aestivum L.)

Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 03/2003 Data de Encerramento: 12/2010
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: Definir a metodologia mais adequada às sementes de trigo, para a condução de testes como o de Crescimento de Plântulas, Envelhecimento Acelerado, Deterioração controlada, Teste de Frio e Condutividade Elétrica; avaliar de forma comparativa os testes de vigor estudados, visando identificar os mais sensíveis em diferenciar lotes de sementes de trigo quanto ao grau de deterioração.



Equipe Técnica

Líder: Priscila Fratin Medina
Colaboradores: Hamilton Kikuti, Juliana Altafin Galli, Nilza Patricia Ramos, Paulo Cesar Reco, Trícia Costa Lima



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção do Trigo e Cereais de Inverno
Programa de Pesquisa Principal: Fisiologia Vegetal
Programa de Pesquisa Correlato: Trigo e Outros Cereais de Inverno
Linha de Pesquisa: Tecnologia de Sementes



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O incentivo à triticultura no Brasil, por meio de medidas de apoio à produção, fomento e comercialização, está contribuindo para que o país consolide o desenvolvimento e a estabilidade da cultura, diminuindo a dependência externa do produto e tornando-o mais competitivo mundialmente. Porém, todos os esforços no sentido de aumentar a produtividade da cultura do trigo, como melhoramento genético e uso de práticas culturais mais eficientes, poderão ser frustrados se a qualidade das sementes a serem plantadas for um fator limitante no processo produtivo. Neste contexto, é fundamental a existência de métodos para a avaliação do potencial fisiológico destas sementes, que devem ser simples, rápidos, de baixo custo, objetivos, reproduzíveis e se relacionarem com emergência de plântulas em campo e serem eficiente para detectar tanto pequenas como grandes diferenças de vigor. No entanto, são escassos os estudos direcionados à adequação das metodologias dos testes de vigor às sementes de trigo. Assim, sementes de trigo dos cultivares IAC 350, IAC 370 serão submetidas, inicialmente, ao teste de germinação, determinação do grau de umidade e teste de emergência de plântulas no campo; avaliando-se posteriormente, em uma primeira etapa, a metodologia dos seguintes testes de vigor: Teste de Crescimento de Plântulas, Envelhecimento Acelerado, Deterioração Controlada, Teste de Frio e Condutividade Elétrica. Na segunda etapa será realizada a comparação dessas metodologias utilizando-se o melhor procedimento eleito para cada teste na etapa anterior.

NRP: 1387

Título: Produção, fisiologia da germinação e avaliação da qualidade de sementes de plantas aromáticas, medicinais e condimentares.
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 07/2003 Data de Encerramento: 12/2010
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: Desenvolver tecnologias de produção, colheita e beneficiamento de sementes de plantas aromáticas, medicinais e condimentares, elucidar aspectos fisiológicos da germinação dessas sementes e desenvolver e ou aperfeiçoar métodos para a avaliação da qualidade fisiológica das sementes.



Equipe Técnica

Líder: Priscila Fratin Medina
Colaboradores: Antonio Augusto do Lago, Camilo Lázaro Medina



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Aromáticas, Medicinais e Óleos Essenciais
Programa de Pesquisa Principal: Nutrição de Plantas
Programa de Pesquisa Correlato: Fisiologia Vegetal
Linha de Pesquisa: Tecnologia de Sementes



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento - SAA



Resumo

O uso de plantas medicinais pela população mundial tem sido muito significativo nos últimos tempos e tem inclusive recebido incentivos da própria Organização Mundial de Saúde. Em todo o Brasil se multiplicam os programas de fitoterapia, apoiados pelo serviço público de saúde, principalmente devido a fatores econômicos e sociais. Além disso, o cultivo de plantas medicinais pode ser uma ótima alternativa para a agricultura familiar. Neste contexto, torna-se necessário o desenvolvimento de técnicas para a obtenção de sementes de boa qualidade, bem como a obtenção de informações sobre a fisiologia da germinação e conservação das sementes de espécies com propriedades terapêuticas reconhecidas, como Plantago spp. A adaptação de métodos para a avaliação da qualidade fisiológica destas sementes também se faz necessária. Sementes dessas espécies serão coletadas em diferentes locais. Inicialmente, serão determinadas as condições mais adequadas à germinação das sementes. Em Campinas, serão instalados experimentos para acompanhamento do desenvolvimento das plantas, com ênfase para o período de formação e maturação das sementes e determinação do momento mais adequado à colheita; procedimentos para o beneficiamento e armazenamento das sementes também serão definidos. Posteriormente serão avaliados diferentes métodos para a avaliação da qualidade das sementes.

NRP: 1770

Título: Introdução, manutenção, avaliação e caracterização de germoplasma de maracujazeiros (Passiflora spp)
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 03/1996 Data de Encerramento: 03/2008
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: introdução de germoplasma em BAG; propagação do acesso e manutenção das plantas em campo; conservação de recursos genéticos; avaliação fenológica; caracterização agronômica, citogenética e morfológica dos acessos; produção de sementes para intercâmbio técnico-científico.



Equipe Técnica

Líder: Laura Maria Molina Meletti
Colaboradores: Ilene Ribeiro da Silva Passos, Joaquim Adelino de Azevedo Filho, Luís Carlos Bernacci, Marta Dias Soares Scott



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Frutas Frescas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Fruticultura de Clima Tropical
Linha de Pesquisa: Caracterização de Recursos Vegetais



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Outros Estados, Monte Alegre do Sul, Tietê



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

O Banco Ativo de Germoplasma de Passifloras conta com mais de 100 acessos atualmente, mantidos em condições de campo e também na forma de sementes. Cada um deles tem sido caracterizado agronômica, morfológica e citogenéticamente, o que alavanca a sua importância primária como fonte de genes para os melhoristas do Programa de Melhoramento do Maracujazeiro, desenvolvido no IAC desde 1991. Ele representa, também, mais uma iniciativa no sentido de manter a biodiversidade do gênero Passiflora e do grande número de espécies selvagens existentes, a maioria delas originária da América tropical. Esses habitats estão em contínua destruição e com eles vão as plantas nativas. Por isso é tão importante a conservção destes recusos genéticos. Além disto, é o único BAG nacional mantido e avaliado por uma equipe multidisciplinar. O intercâmbio científico de genótipos efetivado a partir deste BAG fortalece outras áreas da pesquisa com maracujá na instituição.

NRP: 1772

Título: Conservação de Recursos Fitogenéticos de Passiflora: criopreservação, in vitro e câmaras frigoríficas
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 01/2004 Data de Encerramento: 01/2007
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: manutenção da variabilidade genética de Passifloras a longo prazo; avaliação da qualidade das sementes de diferentes passifloraceas sob criopreservação; ampliação do intervalo entre replantios sucessivos em campo, necessários para rejuvenescimento do genótipo; avaliação da qualidade das sementes armazenadas em diferentes condições de umidade.



Equipe Técnica

Líder: Laura Maria Molina Meletti
Colaboradores: Renato Ferraz de Arruda Veiga, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Frutas Frescas
Programa de Pesquisa Principal: Recursos Genéticos Vegetais
Programa de Pesquisa Correlato: Fruticultura de Clima Tropical
Linha de Pesquisa: Recursos Genéticos



Locai

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

O maracujazeiro possui mais de 500 espécies conhecidas, a maioria nativa da América Tropical. A inclusão de um número significativo delas num Banco de Germoplasma é bastante limitada, além de exigir adaptação à condições climáticas muitas vezes distintas do habitat natural. Mesmo a pequena parcela que já está presente no BAG-Passifloras do IAC ainda está em risco, devido às adversidades climáticas comuns aos campos e à dificuldade de manutenção de BAGs ex situ. É sabido que a manutenção dos campos é onerosa, exige mão-de-obra qualificada e abundante, uma grande fonte de recursos financeiros, além da necessidade de polinizações controladas permanentes, a fim de manter a identidade genética dos acessos. Com a crescente escassês desses recursos, os BAGs estão sendo reduzidos, limitados em tamanho e em cuidados, o que compromete a manutenção dos genótipos. A criopreservação, o uso das câmaras frigoríficas e o uso da tecnologia de propagação in vitro podem contribuir para a manutenção a longo prazo dos genótipos, de forma mais barata e mais eficiente. Para tanto, há necessidade de testar/desenvolver a tecnologia para a conservação de maracujazeiros, uma vez que há especificidades para cada gênero envolvido.

NRP: 1771

Título: Melhoramento Genético do Maracujazeiro: seleção de cultivares visando qualidade e produtividade de frutos
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 03/1994 Data de Encerramento: 03/2006
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: Desenvolvimento de novas cultivares para os produtores do Estado de São Paulo, mais produtivas e diferenciadas segundo os segmentos de mercado atualmente disponíveis.



Equipe Técnica

Líder: Laura Maria Molina Meletti
Colaboradores: Antonio Lúcio Mello Martins, Dulcinéia Elizabete Foltran, Joaquim Adelino de Azevedo Filho, Marta Dias Soares Scott, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Frutas Frescas
Programa de Pesquisa Principal: Fruticultura de Clima Tropical
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Melhoramento



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Outros Estados, Campinas, Monte Alegre do Sul, Pindorama, Tietê, Vera Cruz



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: AFRUVEC, FUNDAG



Resumo

O cultivo do maracujazeiro no Brasil é uma atividade agrícola recente, que tem evoluído muito rapidamente. Até o início dos anos 70, o país não constava nem mesmo entre os principais produtores. Atualmente, é o maior produtor mundial de maracujá, com a cultura disseminada em todos os estados. Na região Sudeste, o maracujazeiro é uma das oito espécies frutíferas mais extensivamente cultivadas. Em São Paulo, tem sido uma alternativa agrícola bastante atraente para a pequena propriedade familiar, por valorizar o trabalho dos pequenos produtores e ampliar sua receita. Tem também importãncia social, por fixar mão-de-obra no campo. No entanto, até 1999 não havia nenhuma cultivar lançada no mercado, com garantia de origem e produção regular de sementes. Plantavam-se as espécies botânicas ou seleções regionais, todas sem comércio regularizado. Como resultado deste programa de melhoramento do IAC, já foram selecionadas as cultivares IAC-273 e IAC-277 para o mercado de frutas frescas, e o IAC-275 que atende à agroindústria, mais produtivas e homogêneas. A qualidade desses frutos é bem superior à média de mercado. Novas seleções estão sendo estudadas, algumas em fase de pré-lançamento, visando oferecer mais umas alternativas, com sementes de qualidade, e garantia de origem, para agregar valor ao produto e oferecer uma renda superior ao produtor.

NRP: 1773

Título: Avaliação da Qualidade Fisiológica de Sementes de Passifloras
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 07/2003 Data de Encerramento: 07/2006
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: definir parâmetros de qualidade para maracujazeiro-amarelo e as condições de armazenamento que determinam a manutenção da qualidade dos lotes de sementes IAC.



Equipe Técnica

Líder: Laura Maria Molina Meletti
Colaboradores: LEILA MARTINS, Luiz Fernandes Razera, Mara Fernandes Moura, Marcelo Ticelli, Priscila Fratin Medina, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Cadeia de Produção de Frutas Frescas
Programa de Pesquisa Principal: Fruticultura de Clima Tropical
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Tecnologia de Sementes



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

A qualidade é um fator importante na identificação e caracterização de lotes comerciais de sementes de maracujazeiro, disponibilizados para os pequenos produtores familiares do país, o que é feito com as sementes dos cultivares IAC de maracujazeiro-amarelo desde 1999. Para a melhor conservação das sementes e adequada destinação, há necessidade de se conhecer as melhores condições de armazenamento das sementes e as características que definem a superioridade de um lote sobre outros. O trabalho procura identificar os parâmetros importantes na determinação da qualidade fisiológica dos diferentes lotes e avaliar o efeito do tamanho e da densidade na qualidade das sementes de maracujazeiro-amarelo.

NRP: 1774

Título: Tecnologia da Produção de Sementes de Híbridos IAC de maracujazeiro para pequenos produtores - efeito do local e época de produçãona qualidade das sementes
Instituto: Instituto Agronômico
Centro: Centro Experimental Central do Instituto Agronômico
Data de Início: 03/1999 Data de Encerramento: 12/2006
Situação: Andamento



Objetivos

Objetivos: definir a influência da época de produção (estação climática) e do local na qualidade fisiológica das sementes de maracujazeiro produzidas no Instituto Agronômico



Equipe Técnica

Líder: Laura Maria Molina Meletti
Colaboradores: Dulcinéia Elizabete Foltran, Joaquim Adelino de Azevedo Filho, Luiz Fernandes Razera, Wilson Barbosa



Enquadramento

Sub-Atividade: Qualidade de Produtos e Processos
Programa de Pesquisa Principal: Fruticultura de Clima Tropical
Programa de Pesquisa Correlato: Recursos Genéticos Vegetais
Linha de Pesquisa: Avaliação e Controle de Qualidade de Produtos



Locais

Local(is) de execução do(s) Experimento(s): Campinas, Monte Alegre do Sul, Tietê



Fontes de Recursos

Fontes de Recursos: FUNDAG



Resumo

Os híbridos IAC de maracujazeiro são os únicos cultivares devidamente registrados no Ministério da Agricultura,e por isso mesmo, somente eles podem ser legalmente comercializados no país. A demanda é constante e são comercializadas sementes para todos os estados da federação, desde 2000. Como a colheita no Estado de São Paulo se dá de janeiro a junho, a safra é distribuída por mais de uma estação climática, cuja variação em umidade e temperatura determina alterações na qualidade das sementes. Por isso, é fundamental que se determine a melhor época de colheita e local de produção, seguidas pelas condições de armazenamento mais adequadas, a fim de produzir a semente da mais alta qualidade e determinar as condições para manter o padrão do produto, especialmente neste momento em que o IAC está dominando o mercado de sementes de maracujá no Brasil.

10. Referências

Pereira, T.S. et al. Plano de ação para os jardins botânicos brasileiros [organização de] Tânia Sampaio Pereira ...[et al.] Rio de Janeiro: RBJB, JBRJ, BGCI, 2004. 44p.


Leadlay, E. & Greene, J. Manual técnico Darwin para jardins botânicos. Eds. Etelka Leadlay e Jane Greene; Trads. Mônica Stawnitzer. Rio de Janeiro. Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro/ Rede Brasileira de Jardins Botânicos, 1999. 154p.


Instituto Agronômico. Planejamento Estratégico: Plano Diretor. Campinas, Instituto Agronômico (IAC), 1996, 42p.


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